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quarta-feira, março 25, 2026

A Lente do Grafólogo: Por que a Objetividade Total é um Mito?


A Lente do Grafólogo: Por que a Objetividade Total é um Mito?


Inteligência Grafológica

 

Nossa percepção não é apenas moldada por estímulos externos, mas também pelo contexto em que nos encontramos. Dependendo da situação, ativamos padrões distintos de expectativa, que influenciam diretamente o que conseguimos perceber e como interpretamos os dados.

Circunstâncias diferentes evocam conjuntos diferentes de expectativas.  

Esse trecho está inserido no Capítulo 2 do livro Psychology of Intelligence Analysis, que discute como a percepção humana é moldada por expectativas e padrões mentais. 

Assim:

Expectativas subconscientes

Grafólogos não observam a escrita de forma neutra, somos guiados por padrões de expectativa que lhes dizem, sem perceber, o que procurar, o que considerar relevante e como interpretar os dados.   

Mindset (estado mental)

Esses padrões formam uma espécie de “lente” ou “filtro” cognitivo. Assim como o óculos colorido altera a forma como vemos o mundo, o mindset influencia a maneira como o analista percebe e entende informações.   

Consequência prática

Isso significa que, mesmo diante de dados objetivos, a interpretação pode ser enviesada. A grafóloga tende a dar mais atenção ao que confirma suas expectativas e muitas vezes pode ignorar ou distorcer o que as contradiz.  

A percepção não é passiva

Não basta “ver” ou “ler” a escrita, porque o cérebro reconstrói a realidade com base em experiências anteriores, cultura e hábitos mentais. Por isto é essencial estar consciente desses filtros e aplicar métodos estruturados que obriguem o analista a considerar hipóteses alternativas. 

A percepção é inevitavelmente seletiva. O grafólogo necessita estar consciente de seus filtros mentais e trabalhar com métodos estruturados para reduzir o impacto das expectativas, mas, também tem que reconhecer que não pode eliminá-las totalmente. 

Nenhum, nenhum analista consegue ser totalmente “objetivo” ou livre de preconceitos. O ideal de manter a mente completamente aberta, influenciada apenas pelos fatos, é inatingível.

 

Conclusão

A Importância do Autoconhecimento Cognitivo para o Grafólogo

Compreender que a percepção não é um ato passivo, mas um processo de reconstrução mental, é o que separa o amador do perito consciente.

Para o grafólogo, dominar esses conceitos é vital por três razões principais:

·       Mitigação de Enviesamentos: Ao reconhecer que seu cérebro busca naturalmente confirmar hipóteses prévias (viés de confirmação), o analista pode se policiar ativamente, evitando conclusões precipitadas baseadas em impressões superficiais.

·       Rigor Metodológico: O entendimento de que a objetividade pura é inalcançável reforça a necessidade de utilizar métodos estruturados. Esses métodos funcionam como "freios" cognitivos, obrigando o profissional a considerar contraevidências e hipóteses alternativas.

·       Ética Profissional: Admitir a existência de filtros culturais e pessoais humaniza a análise e traz humildade técnica. O grafólogo que conhece suas próprias "lentes" entrega um diagnóstico muito mais preciso e honesto, pois sabe exatamente onde termina o dado gráfico e onde começa a sua interpretação.

Em suma, o estudo da psicologia da percepção permite que o grafólogo transforme sua subjetividade de um inimigo oculto em uma ferramenta monitorada e sob controle.




Paulo Sergio de Camargo

Grafologia - Linguagem Corporal - Consciência Situacional

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sexta-feira, março 20, 2026

GRAFOLOGIA. NÃO PRECISAMOS FAZER O LEVANTAMENTO COMPLETO.


 INTELIGÊNCIA GRAFOLÓGICA

Um dos dogmas da grafologia é aquele que o grafólogo tem que fazer o levantamento completo.

Errado.


IMERSÃO NOS GÊNEROS E ESPÉCIES

Grafólogos devem fazer uma imersão nos gêneros e espécies, a piori, sem tentar encaixá-los em nenhum padrão preconcebido.

Em algum momento, um padrão aparente que vai além daquilo que os gêneros e espécies mostram (ou resposta ou explicação) emerge espontaneamente, e então o grafólogo retorna ao início da observação dos nos gêneros e espécies para verificar quão bem eles sustentam esse julgamento.  

Esse conceito de DATA IMMERSION é muito usado em análise de inteligência e pesquisa qualitativa. A ideia é se deixar envolver pelo material sem forçar interpretações prematuras, permitindo que os insights surjam de forma mais natural. 

Obviamente, a grafóloga precisa ter uma base de conhecimento profundo dos gêneros e espécies com as quais trabalha. Ao lidar com uma nova e/o desconhecida escrita, a acumulação e revisão de informações de forma acrítica e relativamente não seletiva é um primeiro passo apropriado. Mas esse é um processo de ABSORÇÃO de informação, não de análise.

 

Pensar na análise dessa forma ignora o fato de que a informação não pode falar por si mesma. 

O significado da informação é sempre uma função conjunta da natureza da informação e do contexto em que ela é interpretada. O contexto é fornecido pelo analista na forma de um conjunto de pressupostos e expectativas sobre o comportamento humano e organizacional. Essas preconcepções são determinantes críticos de quais informações são consideradas relevantes e de como são interpretadas. 

(Este trecho ressalta uma ideia central da análise: os dados nunca são neutros, pois sua interpretação depende inevitavelmente das lentes conceituais e das hipóteses do analista. Em outras palavras, não existe “informação pura” sem contexto. O julgamento humano é parte inseparável do processo.)

 

ABSORÇÃO de informação, não de análise.

É claro que existem muitas circunstâncias em que a grafóloga não tem outra opção senão se imergir nos dados. 

Obviamente, a grafóloga precisa ter uma base de conhecimento com a qual trabalhar antes de iniciar a perfil grafológico. Ao lidar com uma nova escrita ou totalmente desconhecida, a acumulação e revisão de informações de forma acrítica e relativamente não seletiva é um primeiro passo apropriado. Mas esse é um processo de ABSORÇÃO de informação, não de análise

A análise começa quando a grafóloga conscientemente se insere no processo para selecionar, classificar e organizar as informações. Essa seleção e organização só podem ser realizadas de acordo com pressupostos e preconcepções conscientes ou subconscientes.

(Esse trecho diferencia bem ABSORÇÃO de dados (um estágio inicial, quase passivo) de análise propriamente dita (um processo ativo, guiado por hipóteses e julgamentos). Trata-se de uma distinção fundamental em metodologias de inteligência e pesquisa qualitativa.)

 

PRESSUPOSTOS E EXPECTATIVAS PRÉVIAS

A questão não é se os pressupostos e expectativas prévias influenciam a análise, mas apenas se essa influência é tornada explícita ou permanece implícita. A distinção parece ser importante.

Em pesquisas destinadas a determinar como médicos fazem diagnósticos, os médicos que participaram como sujeitos de teste foram convidados a descrever suas estratégias analíticas. Aqueles que enfatizaram a coleta minuciosa de dados como seu principal método analítico foram significativamente menos precisos em seus diagnósticos do que os que se descreveram como seguindo outras estratégias analíticas, como identificar e testar hipóteses.

Além disso, a coleta de dados adicionais por meio de maior rigor na anamnese e no exame físico não levou a uma maior precisão diagnóstica.

(Aqui, mostro como a simples acumulação de dados não garante melhor análise. O ponto central é que a interpretação depende de hipóteses e modelos mentais — e quando esses são explicitados e testados, a qualidade do julgamento tende a ser superior.)

 

O problema não é se pressupostos e expectativas influenciam a análise — isso é inevitável.

A questão é se essa INFLUÊNCIA É EXPLÍCITA (o grafólogo reconhece e declara suas hipóteses) ou implícita (ela atua de forma invisível, sem ser reconhecida).  

Pesquisas com médicos mostraram que aqueles que se concentravam apenas em coletar dados de forma exaustiva eram menos precisos em seus diagnósticos do que os que adotavam estratégias de formulação e teste de hipóteses.  

Esse raciocínio reforça que a análise grafológica, assim como qualquer forma de interpretação de dados, é uma construção de sentido. O analista precisa assumir conscientemente suas hipóteses, testá-las e estar disposto a revisá-las. Caso contrário, corre o risco de se perder em excesso de informação sem aumentar a precisão.

A análise começa quando a grafóloga conscientemente se insere no processo para selecionar, classificar e organizar as informações. Essa seleção e organização só podem ser realizadas de acordo com pressupostos e preconcepções conscientes ou subconscientes.   

CURIOSAMENTE, MAIS DADOS NÃO SIGNIFICAM MAIS PRECISÃO: mesmo uma anamnese e exame físico mais detalhados não aumentaram a taxa de acerto. 

Em outras palavras, o valor da análise grafológica não está na quantidade de informação, mas na forma como ela é organizada e interpretada. Isso reforça a ideia de que a análise é um processo ativo de construção de sentido, e não apenas de acumulação de dados.

  

Trazendo de forma mais específica para o campo da grafologia, o paralelo com a pesquisa médica é bem pertinente.

 Influência inevitável: pressupostos e expectativas sempre moldam a análise, seja de médicos ou grafólogos.

Explícito vs. implícito: quando o analista reconhece suas hipóteses, ele pode testá-las; quando não, elas atuam de forma invisível e podem distorcer o julgamento.

Mais dados ≠ mais precisão: tanto na medicina quanto na grafologia, acumular detalhes sem uma estratégia clara não garante melhores resultados.

Processo ativo: o valor está em como a informação é organizada e interpretada, não na quantidade bruta.


Análise grafológica é uma construção de sentido.

Esse raciocínio reforça que a análise grafológica, assim como qualquer forma de interpretação de dados, é uma construção de sentido. O analista precisa assumir conscientemente suas hipóteses, testá-las e estar disposto a revisá-las. Caso contrário o grafólogo, corre o risco de se perder em excesso de informação sem aumentar a precisão.



Baseada no obra: Psychology  of Intelligence Analysis, Richards J. Heuer, Jr. 1999.

CENTER for the STUDY of INTELLIGENCE Central Intelligence Agency


Paulo Sergio de Camargo

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quinta-feira, julho 10, 2025

Curso de Formação de Grafólogos

Programa de Formação de Grafólogos
Duração mínima 02 anos -
Supervisão individual -



NOME DA DISCIPLINA

GRAFOLOGIA  I – GRAFOLOGIA EXPRESSIVA 
                                   TERMINOLOGIA E MÉTODOS

DOCENTE HABILITADO PARA MINISTRAR ESTA DISCIPLINA

NOME


TITULAÇÃO

IES

Ano de Conclusão




RG



ÓRGÃO
EXPEDIDOR


CPF


Matrícula


ENDEREÇO





CIDADE





CEP


TEL. RESID.

TEL. CEL

TEL. TRAB.



e-mail

PIS/PASEP




EMENTA
Métodos grafológicos e evolução. Principais escolas de Grafologia no mundo. Desenvolvimento e pesquisas. Terminologia e práxis de grafologia. Classificação dos gêneros e das espécies.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade 1. Histórico da grafologia
1.1                 História da Grafologia
1.2                 Grafologia no Brasil
1.3                 Grafologia na Europa
1.4                 Estudo de Binet em Sorbonne
1.5                 Centros de Pesquisa no Mundo

Unidade 2. Métodos modernos de análise grafológica
2.1 Observação Geral do Traçado
2.2 Dinâmica e integração do movimento espaço-organizacional
2.3 Espaço e  Forma
2.4 Movimento          
2.5 Traço

Unidade 3. Sínteses de orientação
3.1 Definição de gêneros, espécies e modos
3.2 Síntese de orientação
3.2 Evolução (Jamin)
3.2.1. Organizada
3.2.1. Desorganizada        
3.2.1. Combinada          
3.2.1. Inorganizada           
3.3 Harmonia
            3.3.1 Harmônica           
                  3.3.2 Inarmônica
3.4 Síntese entre Forma e Movimento 

Unidade 4. Síndromes Gráficas  
4.  1 Inibição                                                                                    
4.  2 Expansão                                                           
4.  3 Impulsividade                                                                                                                
4.4 Relaxamento do traço
4.5 Rigidez do traço 
4.6 Deterioração gráfica
4.7 Impessoalidade

Unidade 5. Distribuição Espacial Grafoescritural  
5.1 Clara                                                                                                                  
5.2 Arejada                                                                                                 
5.3 Confusa                                                                                                                               
5.4 Legível                                                                               
5.5 Ilegível
5.6 Concentrada      
5.7 Condensada
5.8 Espaçada     
5.9 Organizada
5.10 Desorganizada
5.11 Limpa
5.12 Suja
5.13 Invasiva

Unidade 6. Largura/Estreiteza – Escola Italiana
6.1       Entre as letras
6.2       Entre as palavras
6.3       Larga nas letras
6.4       Tríplice Largura Espacial
6.5     
Unidade 7. Dimensão  
        7.1 Zona média – Eixo Vertical
        7.1.1 Formas de avaliar o tamanho                              
        7.1.2 Altura absoluta e Altura grafológica  
             7.1.3 Grande  
        7.1.4 Pequena    
7.1.5 Crescente
7.1.6 Decrescente
        7.2 Zona média – Eixo Horizontal - Amplitude
             7.2.1 Estreita                               
        7.2.1 Extensa
        7.3 Zona média – Amplitude
7.3.1 Baixa                
7.3.2 Alta             
7.3.3 Rebaixada    
7.3.4  Sobressaltada     
7.3.5 Uniforme
7.3.6. Dilatada     
7.3.7 Sóbria        
7.3.8 Compensada                                     
7.4 Proporção - Divisão inter-zonal                                 
7.4.1 Proporcional                 
7.4.2 Desproporcional                       
7.4.3 Mista

Unidade 8. Pressão           
8.1 Espécies de acordo com ao apoio do instrumento no papel. (pressão no sentido estrito do termo)
8.1.1 Apoiada              
8.1.2 Leve
8.1.3 Em relevo                                                                                            
8.1.4 Sem revelo
8.1.5. Deslocada                                                                        
8.1.6 Espasmódica                                        
8.1.7 Acerada                
8.1.8 Massiva
8.1.9 Fusiforme                                                 
8.1.10 Profunda                                                                                                            
8.1.11 Superficial 
8.1.12 Em sulcos                                         
                8.2 Espécies de acordo com a qualidade dos traços. (o interior e as bordas)
8.2.1 Nítida
8.2.2 Pastosa
8.2.3 Nutrida
8.2.4 Desnutrida
8.2.5 Seca                                             
8.2.6 Congestionada
8.2.7 Empastada
8.2.8 Filiforme
8.2.8 Frouxa    

Unidade 9. Condução do traçado
9.1 Hipotensa                
9.1. Flexível                            
9.1. Firme               
9.1. Contraída
9.1. Hipertensa                       
9.1. Desigualdades de Tensão

Unidade 10. Forma                           
                       10.1 Execução – Evolução da forma
10.1.1 Caligráfica 
10.1.2Redonda
10.1.3 Sistematizada/Monomorfa         
10.1.4 Estilizada                            
10.1.5 Polimorfa                          
10.1.6 Angulosa
10.1.7 Simples                 
10.1.8 Simplificada           
10.1.9 Seca                      
10.1.10 Ríspida
10.1.11 Ornada
10.1.12 Extravagante               
10.1.13 Complicada                 
10.1.14. Artificial
10.1. 15. Tipográfica
10.1.16 Inflada
10.1.17 Infantil 
10.1.18 Ovóide/ovalada

Unidade 11. Continuidade
  11.1 Progressão da escrita
11.1.1 Inibida 
11.1.2 Contida        
11.1.3 Monótona         
11.1.4 Cadenciada      
11.1.5 Ágil        
11.1. 6. Rítmica.
11.2 Ligação              
11.2.1 Ligada            
11.2.2 Desligada          
11.2.3 Agrupada         
11.2.4 Combinada 
11.3 Deficiências de continuidade
11.3.1 Fragmentada                    
11.3.2 Ligações desiguais        
11.3.3 Lapsus de ligação           
11.3.4 Retocada
11.3.5 Pontilhada/Em bastão   
11.3.6 Sacudida 
11.3.7 Suspensa  
11.3.8 Inacabada

Unidade 12. Ligação
12.1 Em ângulos                                                                                                    -
12.2 Arcada
12.3 Guirlanda 
12.4 Anelada 
12.5 Filiforme 
12.6 Mista
12.7 Dupla curva
12.8 Duplo ângulo
                                                                            
Unidade13. Movimento Grafoescritural
13.1 Estático ou imóvel                        
13.2 Flutuante                                      
13.3 Inibido/contido                               
13.4 Controlado                                   
13.5 Fluído                                        
13.6 Vibrante/efervescente               
13.7 Dinâmico                    
13.8 Propulsivo   
13.9 Retardado                           
13.10 Revirados para a esquerda
13.11 Estudos complementares
Unidade 14. Velocidade
14.1 Lenta          
14.2 Pausada
14.3 Rápida        
14.4 Precipitada
14.5 Lançada      
14.6 Acelerada
14.7 Desigualdades de velocidade                                  
Unidade 15. Inclinação das letras  
15.1. Inclinada   
15.2. Tombada 
15.3 Vertical                                              
15.4 Invertida 
15.5 Oscilante (variável
15.6 Paralela                                       
15.7 Sinuosa        
15.8 Contorcionada
15.9 Hastes Côncavas /Convexas                                                                              
Unidade 16. Direção das linhas
16.1 Retilínea     
16.2 Rígida
16.3 Ascendente
16.4 Descendente
16.5 Linhas côncavas
16.6 Linhas convexas 
16.7 Sinuosa       
16.8 Imbricadas ascendentes 
16.9 Imbricadas descendentes         
16.10 Escalonada 
16.11 Em saltos
16.12 Colas de Zorro 
16.13 Mista
16.14 Em leque

Unidade 17. - Orientação geral do traço
17.1 Escrita progressiva   
17.2 Regressiva
17.3 Escrita mista.             
17.4 Escrita ao revés
17.5 Escrita com torções 
Unidade 18. Discordâncias
18.1 Forma
18.2 Tamanho
18.3 Pressão 
18.4 Direção      
18.5 Velocidade                                
18.6 Inclinação  
18.7 Continuidade

Unidade 19. Signos gráficos            
19.1 Guirlanda                   
19.2 Arco
19.3 Bucle          
19.4 Laço            
19.5 Serpentina
19.6 Espiral         
19.7 Triângulo 
19.8 Arpão                        
19.09 Nó                                    
19.10 Torções                            
19.11 Dente de tubarão             
19.12 Unha do criminoso          
19.13 Rasgo do Escorpião
19.14 Facas
19.15 Letras D e S
19.16 Estereotipias

Unidade 20 – Dicotomia ângulo/curva           
20.1 Estudo do ângulo e curva na Escola Italiana
20.2 Ângulo A              
20.3 Ângulo B          
20.4 Ângulo C
20.5 Estudo das letras ovais           
                                                
Unidade 21. Estudo das Assinaturas
21.1 Definições
21.2 Diferenças entre assinatura e autógrafo
21.3 Rubrica
21.4 Posição da assinatura em relação ao texto
Unidade22. Signos livres  
22.1 Pontuação e acentuação                  
22.2 Traço inicial, traço final
22.3 Barras dos T                        
22.5 Pingos nos I
22.4 Estudo Til           
            
Unidade 23. Traços da Escola Italiana                                               
23.1 Subjetivismo        
23.2. Traço da Afetação                   
23.3. Traço da fleugma                      
23.4. Traço do desprezo                  
23. 5. Traços de mitomania                                    
23.6. Traço da confusão  
23. 7. Traço da independência
23. 8. Traço da insegurança material

Unidade 24. Elaboração do Perfil Grafológico                                                
24.1 Métodos
24.2 Levantamento de dados
24.3 Estudo das dominantes
24.4Características psicológicas
24.5 Elaboração final do Perfil


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


1.     CRÉPIEUX-JAMIN – Grafologia, Escrita e caráter, Rio de Janeiro. Minerva, 1943.
2.     CREPIEUX-JAMIN, J. - ABC de la Graphologie, PUF, Paris 1a ed. 1930
3.     BOILLE, NICOLE - Il gesto grafico, gesto creativo, Itália; Ed. Borla, 1998.
4.     ODETTE SERPA LOEVY - Grafologia, São Paulo. Sarvier, 1987
5.     TORBIDONI –ZANIN. – Grafologia, Texto teórico practico. E. Tantin, 1991.
6.     AUGUSTO VELS - Escrita e Personalidade, São Paulo. Pensamento, 1991.
7.     MORETTI GIROLAMO – Tratatto di grafologia – Inteligenza – Sentimento. Ed, Messagero, 2006.
8.     PULVER MAX - El simbolismo de La Escritura. Madrid . Ed. Vicrotiano,  1953.
9.     KLAGES LUDWIG – Escritura y Caracter.  Ed. Paidos. 1956.
10. GILLE-MAISANI. - Psicologia de la Escritura, São Paulo. Pensamento, 1999.
11. PAULO SERGIO DE CAMARGO – A escrita revela sua personalidade. Ed. Cepa, RJ, 2001.
12. PAULO SERGIO DE CAMARGO – A grafologia no Recrutamento e Seleção de Pessoal. Ed. Ágora, 2006. 3º Edição.
13. PAULO SERGIO DE CAMARGO – Assinatura e Personalidade. Ed. PSG, 2006. 
14. PAULO SERGIO DE CAMARGO – Grafologia Expressiva. Ed. Vetor, 2006. Agosto.
15. PAULO SERGIO DE CAMARGO – Psicodinâmica do Espaço na Grafologia. Ed. Vetor, São Paulo, 2006.


NOME DA DISCIPLINA





























NOME DA DISCIPLINA


GRAFOLOGIA II – PSICODINÂMICA DO ESPAÇO NA GRAFOLOGIA


EMENTA
Estudo das teorias de espaço. A escrita como ciência da expressão. Conceitos de Ritmo. Avaliação psicodinâmica do ritmo de Forma, Espaço e Movimento  espacial.  Estudo da dinâmica das margens e do texto.
Unidade 1. O espaço e Grafologia
1.1.     A percepção global do espaço na grafologia
1.2.     Simbolismo espacial de Pulver
1.3.     Estudo das imagens do movimento – Robert Heiss
1.4.     O espaço na Escola Italiana
Unidade 2. Ritmo na Escrita
2.1.Definição
2.2.Teorias de Ritmo
2.3.Escola Alemã
2.4.Ritmo de Espaço 
2.5.Ritmo de Forma
2.6.Ritmo de Movimento
2.7.Como avaliar Ritmo na escrita          
Unidade 3. Espaço entre as palavras e letras
3.1 Definição
3.2 Medidas grafoescriturais
3.2 Estudo da escola italiana
3.3 Interpretação psicológica
Unidade 4. Espaço entre as as linhas
4.  1 Definição                                                                                
4.  2 Medidas grafoescriturais                                                             
4.  3 Comparações entre os espaços                                                                                                                
4.4 Interpretação psicológica
Unidade 5. Divisão inter-zonal - Zona Superior 
5.1 Definição                                                                                                                          
5.2 Valores relativos e absolutos das diversas escolas                                   
5.3 Variações de tamanho                                                                                                                     
5.4 Variações de largura                                                                                       
5.5 Interpretação psicológica
Unidade 6. Divisão inter-zonal - Zona Média 
6.1      Definição
6.2      Tamanho e variações
6.3      Comparações com as demais zonas da escrita
6.4      Interpretação psicológica
Unidade 7. Divisão inter-zonal - Zona Inferior 
 7.1 Definição
7.2     Tamanho e variações
7.3     Comparações com as demais zonas da escrita
 7.4 Interpretação psicológica
Unidade 8. Estudo das margens     
8.1 As quatro margens
8.2 Significado geral
8.3 Interpretação global     
Unidade 9. Estudo das margens – Eixo Vertical
9.1 Margem superior e inferior                
9.1. Tamanho e variações
9.1. Forma e variações
9.1. Comparação entre as margens               
9.1. Interpretação global
Unidade 10. Estudo das margens – Eixo Vertical       
10.1 Margem esquerda e direita                
10.2 Simbolismo espacial
10.3 Tamanho e variações
10.4 Forma e variações
10.5 Comparação entre as margens               
10.6 Interpretação global



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1.     J. CRÉPIEUX-JAMIN – Grafologia, Escrita e caráter, Rio de Janeiro. Minerva, 1943.
1.     HEISS ROBERT – L´interpretazione della scrittura. Edizioni Messaggero Padova, 1990.
2.     PULVER MAX - El simbolismo de La Escritura. Madrid . Ed. Victoriano,  1953.
3.     KLAGES LUDWIG – Escritura y Caracter.  Ed. Paidos. 1956.
4.     GILLE-MAISANI. - Psicologia de la Escritura, São Paulo. Pensamento, 1999.
5.     CAMARGO PAULO SERGIO– A grafologia no Recrutamento e Seleção de Pessoal. Ed. Ágora, 2006. 3º Edição.
6.      MULLER, W. H. - ENSKAT, A. - Diagnostica grafologica. Fondamenti, possibilità, limiti
 Edizioni Messaggero Padova, 1995.
7.     CAMARGO PAULO SERGIO– Grafologia Expressiva. Ed. Vetor, 2006. Agosto.
8.     PEUGEOT J., LOMBARD A., NOBLENS M.de – Manuel de graphologie, Masson ,Paris 1987
9.     GOBINEAU H., PERRON R. – Génétique de l’écriture, Payot, Paris 1978
10. CAMARGO PAULO SERGIO – Psicodinâmica do Espaço na Grafologia. Ed. Vetor, São Paulo, 2006.




NOME DA DISCIPLINA

GRAFOLOGIA III – ESTUDO DO TRAÇO E GRAFOPATOLOGIA

EMENTA
Estudos de Walter Hegar. Principais conceitos de traço e traçado. Importância para o levantamento grafológico.  Estudos e conceitos de grafopatologia. Desenvolvimento e pesquisas de grafopatologia por médico no século XX. 
Unidade 1. Grafometria 
1.1      Conceitos de Grafometria
1.2      Estudo da Escola Francesa – Jacques Salce
1.3 Estudos de Zubin e Lewinson
Unidade 2. O traço e o traçado
2.1 Observação Geral
2.2 Diferença entre Traço e Traçado
2.3 Ligações espaciais          
2.4 Traço segundo W. Hegar
Unidade 3. Qualidade do Traço
3.1 Definição
3.2 Tipos
3.3 Significado geral
Unidade 4. Conteúdo expressivo do Traço    
4.  1 Definições                                                                               
4.  2 Avaliação                                           
4.  3 Correspondências Psicológicas                                                                                                                 
Unidade 5. O contorno do Traço  
5.1 Definições                                                                                                                        
5.2  Avaliação                                                                                             
5.3 Correspondências Psicológicas                                                                                                                   
Unidade 6. Características do Movimento
6.6       Tipos
6.7       Traço; forma e movimento
6.8       Avaliação 
6.9       Correspondências Psicológicas              
Unidade 7. Textura do Traço segundo R. Pophal    
        7.1 Traço Homogêneo
7.2 Traço Granulado                            
7.3 Traço amorfo   
7.4 Correspondências Psicológicas
Unidade 8. Grafopatologia              
8.1 Histórico
8.2 Conceitos
8.3 Identificação de traços ligados a patologia                                                                                            
8.4 Depressão 
8.5 Agressividade                                                                
8.6 Drogadição                                       
8.7 Estresse             
8.8 Disgrafias
8.9 Outras doenças e distúrbios
8.10 Importância do não-diagnóstico

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


1.   J. CRÉPIEUX-JAMIN – Grafologia, Escrita e caráter, Rio de Janeiro. Minerva, 1943.
2.   BOSE CATHERINE– La graphologie allemande, Masson, Paris 1992
3.   HEISS ROBERT – L´interpretazione della scrittura. Edizioni Messaggero Padova, 1990.
4.   PULVER MAX - El simbolismo de La Escritura. Madrid . Ed. Victoriano,  1953.
5.     KLAGES LUDWIG – Escritura y Carácter.  Ed. Paidos. 1956.
6.     GILLE-MAISANI. - Psicologia de la Escritura, São Paulo. Pensamento, 1999.
7.     DESURVIRE, MARCELLE.- Feuillets de graphologie, Masson, Paris 1990-1991, réedition L’Harmattan, 2005
8.     CAMARGO PAULO SERGIO– A grafologia no Recrutamento e Seleção de Pessoal. Ed. Ágora, 2006. 3º Edição.
9.   PEUGEOT J., LOMBARD A., NOBLENS M.DE – Manuel de graphologie, Masson ,Paris 1987
10. GOBINEAU H., PERRON R. – Génétique de l’écriture, Payot, Paris 1978
11.                       CAMARGO PAULO SERGIO– Grafologia Expressiva. Ed. Vetor, 2006. Agosto.
12.                       CAMARGO PAULO SERGIO – Psicodinâmica do Espaço na Grafologia. Ed. Vetor, São Paulo, 2006.





NOME DA DISCIPLINA

GRAFOLOGIA IV – A Grafologia no Recrutamento e Seleção de Pessoal

EMENTA
 A Grafologia como  a principal (ou auxiliar) ferramenta no processo de recrutamento e seleção de pessoal nas empresas. Utilização da técnica grafológica na avaliação de potencial para a contratação ou promoção de funcionários. Estudos para reconhecer por meio do gesto gráfico as principais qualidades e deficiências do ser humano e  utilizar este conhecimento como meio para o aperfeiçoamento pessoal.



Unidade 1.  A grafologia nas Empresas
1.1       O grafólogo
1.2       Formação do profissional
1.3       Conhecimentos necessários
1.4       Como é utilizado pelas empresas


Unidade 2. Perfis Grafológicos
2.1 Tipos de Perfis
2.2 Perfis descritivos e sintéticos
2.3 Gráficos          
2.4 Vantagens e desvantagens
2.5 Redação do perfil

Unidade 3. Recrutamento e Seleção de Pessoal
3.1 Solicitação 
3.2 Técnicas de avaliação
3.3. Descrição de cargos

Unidade 4. Avaliação de potencial pela grafologia 
4.  1 Definições                                                                              
4.  2 Potencial                                            
4.  3 Motivação – Fatores na escrita
4.4 Vontade
4.5 Correspondências Psicológicas                                                                                                                   

Unidade 5. O problema humano nas empresas  
5.1 Estudos gráficos                                                                                              
5.2 Alcoolismo                                                                                            
5.3 Depressão
5.4 Estresse                              
5.5 LER - DORT                                                                        

Unidade 6. Teorias Avançadas de Grafologia
1.1       Escala de Pophal – Graus
1.2       Perfil profissional ligado a empresas     
1.3 Correspondências Psicológicas

Unidade 7. Grafologia e Liderança    
        7.1 Teorias de liderança
7.2 Estudos gráficos                             
7.3 Avaliação e correspondências psicológicas
       

Unidade 8. Escrita e Profissões
8.1 Conceitos
8.2 Dom gráfico e Habilidade Gráfica
8.3 Sociabilidade
8.4 Identificação de possíveis traços ligados a profissões 8.4

Unidade 9. Inteligência e escrita     
        9.1 Teorias
9.2 Estudos gráficos                             
9.3 Criatividade
9.4 Produtividade
9.5  Maturidade intelectual e emocional
9.6 Habilidades mentais
9.7 Avaliação e correspondências psicológicas









REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1.     GILLE-MAISANI. - Psicologia de la Escritura, São Paulo. Pensamento, 1999.
2.     DESURVIRE, MARCELLE.- Feuillets de graphologie, Masson, Paris 1990-1991, réedition L’Harmattan, 2005
3.     CAMARGO PAULO SERGIO– A grafologia no Recrutamento e Seleção de Pessoal. Ed. Ágora, 2006. 3º Edição.
4.     PEUGEOT J., LOMBARD A., NOBLENS M.DE – Manuel de graphologie, Masson ,Paris 1987
5.     POPHAL R. -  Scrittura e cervello.  Edizioni Messaggero Padova, 1990.
6.     BRAVO ALBERTO – Variazioni naturali e artificiose della grafia.  Libreria Moretti. Urbino,  2005.
7.     GOBINEAU H., PERRON R. – Génétique de l’écriture, Payot, Paris 1978
8.     CAMARGO PAULO SERGIO– Grafologia Expressiva. Ed. Vetor, 2006..
9.     CAMARGO PAULO SERGIO– A grafologia pelo traço. Ed. PSG, 2009.
10. CAMARGO PAULO SERGIO – Psicodinâmica do Espaço na Grafologia. Ed. Vetor, São Paulo, 2006.




NOME DA DISCIPLINA

GRAFOLOGIA V – PERFIS SINTÉTICOS POR COMPETÊNCIA

EMENTA
O estudo da grafologia voltado para a avalição das principais competências nas empresas.  O método exposto visa dar ao futuro grafólogo condições de observar por meio das escritas características de interesse especial na contratação, promoção e avalição do potencial humano.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade 1.  Definições
1.1    Observações gerais
1.2    Vantagens e desvantagens do método
1.3    Modelos de gráficos

Unidade 2. Esquema prático – Método das Polaridades
2.1 Esquema
2.2 Observação da escrita
2.3 Definição dos traços principais e dominantes
2.4 Polaridades
2.5 Conjugação das polaridades
2.6 Avaliação final

Unidade 3. Avaliação por camadas
3.1 Estudos
3.2 Tipos de avaliação
3.3 Exemplos de camadas
3.4 Modelos gráficos
3.5 Interpretações
3.6 Exercícios práticos

Unidade 4. Dicotomia ângulo/curva de Moretti  
4.1 Polaridade                                                        
4.2 Egoísmo/Altruísmo                                                        
4.3 A curva
4.4 O ânguli  
4.5 Ângulo A – B – C – interpretações
4.6 Ângulo A – Ressentimento e suscetibilidade
4.7 Ângulo B – Tenacidade e teimosia
4.8 Ângulo C – Sagacidade e astúcia
4.9 Ângulo C e as competências

Unidade 5. Extroversão e introversão  
5.1 Polaridades                                                      
5.2 O extrovertido – estudos                                                        
5.3 O introvertido -  
5.4 Características gráficas dos tipos   
5.5 O introvertido/extrovertido e as competências
  
Unidade 6. Como fatias as espécies grafológicas
6.1 Teorias
6.2 Modelos
6.3 Exemplos
6.4 Exercícios práticos

Unidade 7. A mentira    
        7.1 Definições  
7.2 Características gráficas      
7.3 Esquema da polaridade  
7.4 Mitomania
7.5 Apropriação indébita
7.6 Ocultação da personalidade
7.7 Mentira por vaidade
7.8 Mentira por interesse
7.9 Mentira por bons sentimentos
        7.10 Mentira por medo de castigo
        7.11 Mentira e as competências
        7.10 Exercícios práticos

Unidade 8. Mais fatias
8.1 Reflexão
8.2 Flexibilidade
8.3 Decisão
8.4 Capacidade de organização
8.5 Controle das reações
8.6 Correspondências psicológicas

Unidade 9. Vontade e Motivação     
        9.1 Teorias
9.2 Polaridades               
9.3 Exercícios práticos

Unidade 10. Inteligência      
        10.1 Teorias
10.2 Inteligências Múltiplas – traços grafológicos           
10.3 Fatores da inteligência
10.4. Atenção e concentração
10.5 Abstração/Racionalização – traços grafológicos
10.6 Lógica/intuição
10.7 Memória
10.8 Capacidade de associação
10.9 Imaginação
10.10 Sinais Gráficos Favorecedores e Contrários
10.11 Exercícios práticos

Unidade 11. Competências - Liderança      
        11.1 Estudos
11.2 Estilos de liderança – liberal – autocrática – democrática etc.    
11.3 Características gráficas
11.4 Traços favorecedores
11.5 Exercícios práticos

Unidade 12. Competências – Orientação para resultados
        12.1 Estudos
12.2 Características gráficas
12.3 Traços favorecedores
12.4 Exercícios práticos

Unidade 13. Competências – Tomada de decisão
        13.1 Estudos
13.2 EDATIA
13.3 Características gráficas
13.4 Traços favorecedores
13.5 Exercícios práticos



Unidade 15. Competências – Comunicação
        14.1 Estudos
15.2 Características gráficas
15.3 Traços favorecedores
15.4 Exercícios práticos

Unidade 16. Competências – Gestão de Mudanças
        16.1 Estudos
16.2 Características gráficas
16.3 Traços favorecedores
16.4 Exercícios práticos

Unidade 17. Competências – Empreendedorismo 
        17.1 Estudos
17.2 Diferença entre gerente e emprendedor
17.3 Características gráficas
17.4 Traços favorecedores
17.5 Exercícios práticos

Unidade 18. Competências – Visão sistêmica  
        18.1 Estudos
18.2 Características gráficas
18.3 Traços favorecedores
18.4 Exercícios práticos

Unidade 19. Competências – Relacionamento interpessoal   
        19.1 Estudos
19.2 Características gráficas
19.3 Traços favorecedores
19.4 Exercícios práticos

Unidade 20. Competências – Relacionamento interpessoal  
        20.1 Estudos
20.2 Características gráficas
20.3 Traços favorecedores
20.4 Exercícios práticos


Unidade 21. Competências – Visão estratégica/Sistêmica   
        21.1 Estudos
21.2 Características gráficas
21.3 Traços favorecedores
21.4 Exercícios práticos

Unidade 22. Competências – Criatividade    
        22.1 Estudos
22.2 Características gráficas
22.3 Traços favorecedores
22.4 Exercícios práticos


Unidade 23. Tipos de movimento e as Competências –
        23.1 Movimento estático – contido – flutuante -  controlado – dinâmico etc
23.2 Características gráficas
23.3  Competências - favorecedores e inibidores no movimento
23.4 Exercícios práticos


Unidade 24. Sinais de saúde na escrita
        24.1 Polaridades 
24.2  Sinais de equilíbrio e desequilíbrio na escrita
24.3 Características gráficas
26.4 Exercícios práticos

Unidade 25. Avaliação Global ou 360º  
        25.1 Teorias  
25.2  Modelos gráficos
25.3 Exercícios práticos


Unidade 26. Modelos de Perfis Sintéticos por competências    
        26.1 Características gráficas
26.2  Produtividade – Qualidade no trabalho – flexibilidade etc.
26.4 Exercícios práticos


Unidade 27. Modelos de Gráficos de Perfis Sintéticos por competências    
        27.1 Avaliação
27.2 Exercícios práticos


Unidade 28. Combinações grafológicas úteis  
        28.1 Combinações da escola morettiana  
25.2 Outras combinações prática
25.3 Exercícios práticos

Unidade 29. Criação de modelo final  
        29.1 Exemplos
29.2 Seleção das competências
29.3 Criação do gráfico
29.4 Elaboração do modelo final completo

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

01.GILLE-MAISANI. - Psicologia de la Escritura, São Paulo. Pensamento, 1999.
02.  DESURVIRE, MARCELLE.- Feuillets de graphologie, Masson, Paris 1990-1991, réedition L’Harmattan, 2005
03.  CAMARGO PAULO SERGIO– A grafologia no Recrutamento e Seleção de Pessoal. Ed. Ágora, 2006. 3º Edição.
04. PEUGEOT J., LOMBARD A., NOBLENS M.DE – Manuel de graphologie, Masson ,Paris 1987
05. POPHAL R. -  Scrittura e cervello.  Edizioni Messaggero Padova, 1990.
06. BRAVO ALBERTO – Variazioni naturali e artificiose della grafia.  Libreria Moretti. Urbino,  2005.
07. GOBINEAU H., PERRON R. – Génétique de l’écriture, Payot, Paris 1978
08. CAMARGO PAULO SERGIO– Grafologia Expressiva. Ed. Vetor, 2006..
09. CAMARGO PAULO SERGIO– A grafologia pelo traço. Ed. PSG, 2009.
10. CAMARGO PAULO SERGIO – Psicodinâmica do Espaço na Grafologia. Ed. Vetor, São Paulo, 2006.
11. CAMARGO PAULO SERGIO – Perfis Grafológicos Sintéticos por Competências. PSG São Paulo, 2010.
12. CAMARGO PAULO SERGIO – Grafologia Emocional Expressiva. PSG São Paulo, 2010.
13. CAMARGO PAULO SERGIO – Grafologia Forense. PSG São Paulo, 2010.






NOME DA DISCIPLINA

GRAFOLOGIA VI - NEUROCIÊNCIAS – NEUROFISIOLOGIA DA ESCRITA.

EMENTA
Estudo da neurofisiologia aplicada ao ato de escrever. O cérebro. Conceitos e planificação do gesto gráfico cerebral.  A conduta gráfica. Escrita com a mão direita e esquerda. Dislexia. Distúrbios psicológicos ligados a escrita.
Unidade 1. O cérebro 
1.1Descrição
1.2      Sistema nervoso central
1.3 Funções do cérebro
1.4 Hemisférios cerebrais direito e esquerdo

Unidade 2. Sistema nervoso central - Encéfalo 
2.1 Córtex cerebral
2.3 Tálamo
2.4 Ponte 
2.5 Bulbo

Unidade 3. Sistema nervoso periférico
3.1 Definição
3.2 Nervos cranianos
3.3 Nervos raquidianos

Unidade 4. Sistema nervoso autônomo
4.  1 Anatomia                                                                                 
4.  2 Características funcionais                                              
4.  3 Sistema Nervoso Simpático
4.4 Sistema Nervoso Parassimpático
    
Unidade 5. Neurônios   
5.1 Pericário                                                                                                                          
5.2  Dentritos                                                                                              
5.3 Axônios
5.4 Sinapses                                                                                                            

Unidade 6. Características do Movimento
6.1. Tipos
6.2. Traço; forma e movimento
6.3. Avaliação
6.4. Correspondências Psicológicas       

Unidade 7. Meninges    
        7.1 Dura-mater 
7.2 Aracnóide       
7.3 Pia-Mater    
7.4 Patologias meningeas
       
Unidade 8. O gesto de escrever
8.1 Autonomia dos músculos e das mãos
8.2 Áreas pré-motoras do lóbulo frontal
8.3 Colunas da área motora primária – etapa de execução                                                                
8.4 Escrita e tremores 
8.5 Controle visual da escrita                                            
8.6 Tálamo - função na escrita                                            
8.7 Escrita coréica                  
8.8 Disgrafias
8.9 Outras doenças e distúrbios

Unidade 9. Conceito de gesto gráfico cerebral
9.1 Escrita e memória                
9.2. Afasias                            
9.2. Agrafia
9.4. Síndrome de Gerstmann
9.5. Agrafias fonológicas e léxicas                       
9.6. Escrita e representação mental das palavras
9.7 O cérebro e a geração de imagem das palavras
9.8 Imagem antecipadora de Klages

Unidade 10. A escrita da mão direita                           
                             10.1 Execução – Evolução da forma
10.2 Destro - mitos e realidade
10.3 Sociedade dos destros
10.4 Escrita com a mão esquerda
10.5 Hormônios e lateralidade
10.6 Distorgrafia e dislexia
10.7 Anomalias cerebrais
10.8 Escrita em espelho


Unidade 11. Conduta gráfica
        11.1 A criança e a escrita
11.2 Evolução da escrita da criança ao idoso        
11.3 Ansiedade gráfica      
11.4 Inteligência e nível cultura na escrita 
11.5 Problemas de postura no gesto grafoescritural        
11.6 Orientação de como deve ser executada a escrita


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
01. J. CRÉPIEUX-JAMIN – Grafologia, Escrita e caráter, Rio de Janeiro. Minerva, 1943.
02.  BOSE CATHERINE– La graphologie allemande, Masson, Paris 1992
03. HEISS ROBERT – L´interpretazione della scrittura. Edizioni Messaggero Padova, 1990.
04. KLAGES LUDWIG – Escritura y Carácter.  Ed. Paidos. 1956.
05. GILLE-MAISANI. - Psicologia de la Escritura, São Paulo. Pensamento, 1999.
06. PEUGEOT J., LOMBARD A., NOBLENS M.DE – Manuel de graphologie, Masson ,Paris 1987
07. GOBINEAU H., PERRON R. – Génétique de l’écriture, Payot, Paris 1978
08. SERRATRICE G., GEORGES  HABIB, Michel – Escritura y cérebro. Masson, Paris  1997.
09.   BRAVO, ALBERTO - Variazioni naturali e artificiose della grafia. Libreria "Moretti"; 2205.
10.   DERAGNA SERGIO - Grafologia e neuroscienze. Ed. CeDis. Roma; 2002.






NOME DA DISCIPLINA

GRAFOLOGIA VII – METODOLOGIA E ORGANIZAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA

EMENTA
Métodos de estudo: projeto de pesquisa, modelo de plano de ação, estruturação do projeto, elaborando o projeto. Conceitos: monografia. Métodos e técnicas de pesquisa: organização do trabalho e formatação, elaborando o resumo, características importantes da redação do resumo. Verbos a Serem Utilizados: apresentar, reforçar.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade 1. Métodos de Estudo
1.6 Projeto de Pesquisa
1.7 Modelo de Plano de Ação
1.8 Estruturação do Projeto
1.9 Elaborando o Projeto
Unidade 2. Conceitos
2.1 Conceitos de Projeto
2.2 Conceitos de Monografia
Unidade 3. Métodos e Técnicas de Pesquisa
3.1 Organização do Trabalho
3.2 Formatação do Trabalho
3.3 Elaboração do Resumo
3.4 Características Importantes da Redação do Resumo
 UUnidade 4. Verbos a Serem Utilizados
4.1    Verbos para apresentar
4.2    Verbos para reforçar
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


1.       BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. 8. ed.  Petrópolis: Vozes, 1999.

2.       FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2001.

3.       GARCIA, Eduardo Alfonso Cadavid. Manual de sistematização e normalização de documentos técnicos. São Paulo: Atlas, 1998.

4.       GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

5.       LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1995.











NOME DA DISCIPLINA

GRAFOLOGIA VIII – Grafologia Emocional Expressiva

EMENTA
Os estudos da grafologia relacionados com estudos de neurofisiologia levam o grafólogo a importantes descobertas das características do autor por meio de palavras reflexas. Os ato falho freudiano é estudado na escrita com o nome de “lapsus calami”.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade 1.  A grafologia Emocional
1.1 Histórico
1.5  Estudos de Rafael Schermann
1.6  Curt Honroth
1.7  Escola emocional

Unidade 2. O Texto reflexo
2.1 Estudos de Heiss
2.2 Imagens Forma – Espaço - Movimento
2.3 Gráficos          
2.4 Características do texto reflexo
2.5 Redação do perfil

Unidade 3. O Parágrafo reflexo
3.1 Dimensão física
3.2  Avaliação do tamanho
3.3 Parágrafo inicial
3.4 Parágrafo Central
3.5 Parágrafo Final
3.6 Interpretações

Unidade 4. O Parágrafo reflexo - Gêneros
4.1. Eixo horizontal
4.2. Eixo Vertical
4.3. Estudo dos gêneros – pressão – dimensão – inclinação – etc.
4.4 Interpretações
                                                 

Unidade 5. Palavras reflexas  
5.1 Fatores de análise                                                     
5.2 Anomalias Gráficas                                                        
5.3 Escritas fragmentadas
5.4 Lapsus de ligação       
5.5 Ligação espacial – teorias
5.6 Escritas suspensas - inacabadas
5.7 Torções
5.8 Soldas – traços sobrepostos etc.
                                        

Unidade 6. Curva do ânimo
6.1 Teorias
6.2 Esquema ampliado da curva do ânimo – Camargo
6.3 Estudos dos espaços anteriores e posteriores as palavras
6.4 Tendência animadora X deslocamento linear da PR
6.5 Gestos fugitivos e a curva do ânimo
6.6 Traços fugitivos de Moretti
6.7 Traços fugitivos de Marchesan – Traço da Brutalidade
6.8 A letra T e a curva do ânimo -


Unidade 7. Interpretação grafopsicológica das PR    
       7.1 Teorias
7.2 Estudos dos dez gêneros gráficos                  
7.3 Ângulo A – signo grafológico da reação
7.4 Ângulo B – signo grafológico da tenacidade e teimosia
7.5 Ângulo C – signo grafológico da sagacidade e astúcia
7.6 Avaliação e correspondências psicológicas
       

Unidade 8. Lapsus Calami
8.1 Conceitos
8.2 Lapsus Calami emocional ou secundário
8.3 Lapsus Calami enfático ou primário
8.4 Identificação dos traços e correspondências psicológicas


Unidade 9. Assinatura     
        9.1 Teorias
9.2 Estudos gráficos                
9.3 Diferença entre nome e sobrenome
9.4 Estudo dos gêneros – pressão – dimensão – inclinação – etc.
9.5 Avaliação e correspondências psicológicas


Unidade 10. Imagem Antecipadora de Klages    
       10.1 Teorias
10.2 Estudos gráficos              
10.3 Ciência da expressão
10.4 Avaliação e correspondências psicológicas
10.5 Exercícios práticos


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


01.GILLE-MAISANI. - Psicologia de la Escritura, São Paulo. Pensamento, 1999.
02. DESURVIRE, MARCELLE.- Feuillets de graphologie, Masson, Paris 1990-1991, réedition L’Harmattan, 2005
03. CAMARGO PAULO SERGIO– A grafologia no Recrutamento e Seleção de Pessoal. Ed. Ágora, 2006. 3º Edição.
04. PEUGEOT J., LOMBARD A., NOBLENS M.DE – Manuel de graphologie, Masson ,Paris 1987
05. POPHAL R. -  Scrittura e cervello.  Edizioni Messaggero Padova, 1990.
06. BRAVO ALBERTO – Variazioni naturali e artificiose della grafia.  Libreria Moretti. Urbino,  2005.
07. GOBINEAU H., PERRON R. – Génétique de l’écriture, Payot, Paris 1978
08.  HONROTH, CURT. Grafologia Emocional. Buenos Aires, 1085
09. CAMARGO PAULO SERGIO– A grafologia pelo traço. Ed. PSG, 2009.
10. CAMARGO PAULO SERGIO – Psicodinâmica do Espaço na Grafologia. Ed. Vetor, São Paulo, 2006.
11. CAMARGO PAULO SERGIO – Perfis Grafológicos Sintéticos por Competências. PSG São Paulo, 2010.
12. CAMARGO PAULO SERGIO – Grafologia Emocional Expressiva. PSG São Paulo, 2010.
13. CAMARGO PAULO SERGIO– Grafologia Expressiva. Ed. Vetor, 2006..






NOME DA DISCIPLINA

GRAFOLOGIA IX – Personalidades de Risco

EMENTA
A grafologia é utilizada em muitos países como subsídio na avaliação de personalidades de risco e nos meios forenses na avaliação de criminosos. O método exposto visa dar ao aluno condições de avaliar características psicológicas de vital importância não só para a criminologia, mas como para o recrutamento e seleção de pessoal.



CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade 1.  Definições
1.4    Histórico
1.5    Personalidades HSS
1.6    Tipos T – positivo e negativo
1.7    Regras de avaliação
1.8    Erros mais comuns
1.9    Exemplos práticos


Unidade 2. Os tipos de traços
2.1 Traços principais ou de riscos
2.2 Traços agravantes
2.3 Traços atenuantes ou controladores
2.4 Traços conexos
2.5 Exemplos práticos

Unidade 3. Matrizes de riscos
3.1 Teorias
3.2 Frequencia dos traços
3.3 Severidade
3.4 Avaliação final de risco
3.5 Modelos gráficos
3.6 Interpretações
                            
Unidade 4. Características mais comuns  
4.1 Agressividade                                                  
4.2 Irritação                                                     
4.3 Mentira
4.4 Suicídio   
4.5 Personalidade Bordeline – teorias grafológicas
4.6 Psicopatias - teorias grafológicas
4.7 Traços da Brutalidade de Marchesan
4.8 Soldas – traços sobrepostos etc.
  
Unidade 5. Traços de riscos - descrição  
5.1 Anomalias de pressão                                                
5.2 Formação em X                                                             
5.3 Pingos esmagados
5.4 Traços anômalos         
5.5 Formas de armas
5.6 Falta de legibilidade
5.7 Unha do criminoso – Pressão deslocada
5.8 Traços de mitomania I – II – III
5.9 Traços de Moretti
5.10 Distorções gráficas etc.


Unidade 6. Traços agravantes – descrição
6.1 Teorias
6.2 Ângulos
6.3 Dimensão exagerada
6.4 Escrita aguda – erizada de Moretti
6.5 Arpões
6.6 Colas de zorro
6.7 Imbricadas
6.8 Escrita monótona 
6.9 Formas indefinidas
6.10. Estruturas atípicas etc.

Unidade 7. Traços atenuantes    
       7.1 Curvas = Teorias de Moretti
7.2 Tríplice largura
7.3 Ângulo C – signo grafológico da sagacidade e astúcia
7.4 Escrita uniforme - limpa
7.5 Escrita Hipotensa
7.6 Espaçamento grafológico
7.7 Traços finais e iniciais
       
Unidade 8. Levantamento da Personalidade de Risco
8.1 Conceitos
8.2 Conjugação dos traços
8.3 Execução do perfil
8.4 Identificação dos traços e correspondências psicológicas


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

01.GILLE-MAISANI. - Psicologia de la Escritura, São Paulo. Pensamento, 1999.
02, DESURVIRE, MARCELLE.- Feuillets de graphologie, Masson, Paris 1990-1991, réedition L’Harmattan, 2005
03, CAMARGO PAULO SERGIO– A grafologia no Recrutamento e Seleção de Pessoal. Ed. Ágora, 2006. 3º Edição.
04. PEUGEOT J., LOMBARD A., NOBLENS M.DE – Manuel de graphologie, Masson ,Paris 1987
06. POPHAL R. -  Scrittura e cervello.  Edizioni Messaggero Padova, 1990.
07.  BRAVO ALBERTO – Variazioni naturali e artificiose della grafia.  Libreria Moretti. Urbino,  2005.
08. GOBINEAU H., PERRON R. – Génétique de l’écriture, Payot, Paris 1978
09. CAMARGO PAULO SERGIO– Grafologia Expressiva. Ed. Vetor, 2006..
10. CAMARGO PAULO SERGIO– A grafologia pelo traço. Ed. PSG, 2009.
11.  CAMARGO PAULO SERGIO – Psicodinâmica do Espaço na Grafologia. Ed. Vetor, São Paulo, 2006.
12.  CAMARGO PAULO SERGIO – Perfis Grafológicos Sintéticos por Competências. PSG São Paulo, 2010.
13.  CAMARGO PAULO SERGIO – Grafologia Emocional Expressiva. PSG São Paulo, 2010.
14.  CAMARGO PAULO SERGIO – Personalidades de Risco. PSG São Paulo, 2010.