quinta-feira, novembro 28, 2019

Linguagem corporal em 3 tempos. Post 182 28nov2019


Linguagem corporal em 3 tempos. Post 182 28nov2019

Em complemento ao post anterior.
Mamihlapinatapai. The Look of love. ????

Comentários indevidos são deletados. O objetivo é aprender linguagem corporal.

Tempo 01.
O povo yagan, da Terra do Fogo, tem uma palavra cujo significado transcende: Mamihlapinatapai
É considerada por muitos como uma das palavras mais sucintas da experiência humana. (daí a transcendência)
Assim pode ser interpretada de várias maneiras. A principal:
"Olhar compartilhado por duas pessoas, cada uma desejando que a outra ofereça algo que ambos desejam, mas não estão dispostos a sugerir ou se oferecer ".
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Tempo 02.
Em termos da linguagem corporal indica um romance ou flerte em potencial, mas também é uma exibição não-verbal comum quando alguém precisa de ajuda, enquanto outros podem assistir e hesitar em ajudá-lo. (Brown)
Muito comum em adolescentes quando se apaixonam e não sabem como se declarar. O cinema explora com maestria este tema.
Exemplo: A série Star Trek, Next Generation, 2T/E10, The Dauphin,(1989), Wesley Crusher (Wil Wheaton) se apaixona por Salia (Jaime Hubbard).

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Tempo 03.
Existe um "fio invisível" que liga o olhar dos apaixonados. Estão sempre conectados. Os olhares se procuram, mesmo quando estão separados, não conseguem deixar de lado. Existe, por assim dizer, a intensa necessidade de ficar ligado. Olhar o outro faz um bem danado, trocar olhares é sublime, alguns chegam perto do êxtase. Assim é muito fácil de observar casais que estão apaixonados, mesmo que não estejam fisicamente juntos.

A imagem pode conter: 2 pessoas
 

Conclusão: 
Burt Bacarach na veia, na voz de Diana Krall.
https://www.youtube.com/watch?v=Yr8xDSPjII8

The look of love is in your eyes
A look your smile can´t disguise
The look of love is saying so much more than just words could ever say
And what my heart has heard, well it takes my breath away


Paulo Sergio de Camargo
Grafologia - Linguagem Corporal
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#lingcorporal3tempos #gestos #Mamihlapinatapai #linguagemcorporal #amor #startrek

domingo, novembro 24, 2019

Linguagem corporal em 3 tempos. Post 181 24nov2019




Linguagem corporal em 3 tempos. Post 181 24nov2019


Sorriso. Smirk. O casal não vai longe.
Comentários indevidos são deletados. O objetivo é aprender linguagem corporal.

Tempo 01.
O sorriso é uma das mais poderosas armas em termos de comunicação não verbal. O sorriso verdadeiro normalmente é simétrico e a mensagem é clara: "Olhar você me faz feliz.", "Não tenho intenções agressivas."
No sorriso sincero normalmente os dentes ficam a mostra. No smirk os lábios são fechados e a boca fechada é sinal que não a pessoa não aceita sugestões.

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Tempo 02.
Ao observar os casais, você pode concluir se existe ou não amor verdadeiro e transcendente entre os dois. Para tal basta olhar dois adolescentes apaixonados.
O smirk também é utilizado por homens com postura alpha (dominantes), a mulher é apenas parte da conquista para mostrar poder aos demais.
O queixo se ergue, o orgulho transparece com maior facilidade.


A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas em pé

Tempo 03.
O sorriso chamado pelos americanos de Smirk mostra que existe mais volúpia e presunção do que verdadeiro amor. Nas negociações se a pessoa que está falando utilizar este sorriso (smirk), tenha quase certeza que escondendo algo ou não dizendo tudo que sabe. "Falta algo nesta estória que estou contando."
Ocorre mais em homens e mostra arrogância ou ocultação de informações ou sentimentos. "Sou o cara, observem a mulher que conquistei, sou poderoso."


A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sorrindo


Conclusão:
Provavelmente não se trata de amor, existe química por assim dizer. Vai passar, a fila anda.


  
Paulo Sergio de Camargo
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segunda-feira, novembro 04, 2019

A LETRA D E A CURVA DE FIBONACCI



A LETRA D E A CURVA DE FIBONACCI

Na matemática, a Sucessão de Fibonacci (Sequência de Fibonacci), é uma sequência de números inteiros, começando normalmente por 0 e 1, na qual, cada termo subsequente corresponde à soma dos dois anteriores. A sequência recebeu o nome do matemático italiano Leonardo de Pisa, mais conhecido por Fibonacci, que descreveu, no ano de 1202, o crescimento de uma população de coelhos, a partir desta. Esta sequência já era, no entanto, conhecida na antiguidade. (Wikipédia)


A sequência de Fibonacci pode ser vista em toda natureza. As sementes das flores, frutos e, de forma particularmente interessante, as pinhas, trazem no seu escopo natural esta sequência. Os números são facilmente observados nos arranjos de folhas do ramo de uma planta, no número de pétalas das flores etc.




Onde aparece a Curva de Fibonacci
Girassol - as sementes preenchem o miolo dispostas em dois conjuntos de espirais: normalmente, 21 no sentido horário e 34 no anti-horário.
Reprodução das abelhas - a sequência de Fibonacci descreve perfeitamente a reprodução das abelhas.
Concha do caramujo - cada novo pedaço tem a dimensão da soma dos dois antecessores.
Camaleão – o rabo contraído é uma das representações mais perfeitas da espiral de Fibonacci.
Elefante - se as presas de marfim crescessem sem parar formariam a curva de Fibonacci,
Ilíada - está na razão entre as estrofes maiores e menores da ilíada.
Partenon - a largura e a altura da fachada possuem a proporção de 1 para 1,618.
As grandes pirâmides - cada bloco é 1,618 vezes maior que o bloco do nível acima.  
Face – nas faces harmoniosas, a divisão da distância entre o centro da boca e o “terceiro olho” pela distância entre esse ponto e uma das pupilas bate no 1,618

A curva de Fibonacci na escrita
Como aparecem em milhares de criações da natureza, mas também e principalmente para nossos estudados em criações humanas (Parternon, Ilíada etc.) é mais do que natural que apareça na escrita, pois ela é uma obra essencialmente humana.
Quando iniciei estes estudos, parti de duas hipóteses:
1. O traço realizado de forma intencional, o autor conhece a curva e “resolver” executá-lo na escrita.  
      Pouco provável.
2.     O autor executa de forma não intencional.
Hipótese mais provável. Todavia depois de muitas vezes cheguei a outra hipótese, embora o autor execute de maneira intuitiva e não intencional, tem conhecimentos, trabalha com a curva e conhece a curva. Desta forma, após assimilação o traço para a compor a escrita. O símbolo se incorpora ao gesto. Neste caso tenho como exemplo a escrita do escultor francês Auguste Rodin.

Evidente que outras hipóteses que podem ser traçadas, todavia centrei os estudos na segunda.  
Como esta proporção (Fibonacci) é uma sucessão numérica, sempre é possível ver a manifestação em muitos aspectos da natureza de maneira estética e funcional. Sem entrarmos em maiores considerações, a base explicativa para a teoria criacionista denominada Design Inteligente segue esta linha de análise.
Quando isto for levado para o estudo das escritas, os traços indicam, portanto, capacidade de estética e funcional, não por outra que o curva de Fibonacci aparece em escrita de pessoas com inteligência acima da média, escritores, pintores, artistas etc.

Traço na letra D
Embora possa aparecem em outras letras, pois o que importa é a forma do traço, observei com maior frequência na letra D minúscula.
Toda escrita parte de um modelo caligráfico ensinado, a partir isto o escritor ao estabelecer uma “ligação” com a letra para de forma consciente a escrever tal modelo, após isto aparece o automatismo e a escrita começa ou não se modificar por várias razões. Idade por exemplo, o “aparelho” do escritor, por assim dizer (corpo humano) se modifica ao longe do tempo. Com relação a isto é possível lembrar que na alguns alunos gostam mais de determinada letra em detrimento de outras.
A escrita se modifica muito mais de maneira inconsciente do que consciente dentro das espécies grafológicas.  
Toda vez que tentamos mudar determinados traços em nossa escrita, temos, ante de tudo que exercer a vontade, todavia de forma inconsciente o traço retorno quase que se imediato após o primeiro treinamento.  Aqui convém lembrar Pulver: o consciente escreve, o inconsciente dita.
Michon foi o primeiro a descrever este traço. Descrito no livro, Les Mystères de l'écriture: art de juger les hommes sur leurs autografes. A. Desbarrolles et Jean-Hippolyte Michon.



Formação do traço
O traço é executado em somente um impulso. A letra D é simplificada, a oval praticamente desaparece, é por assim dizer aberta.
O traço pode ter origem na zona superior ou inferior, mas na quase totalidade das vezes começa na zona média.
A zona média é a que representa o ego, o escrito parte para se elevar para a superior.
Interpretação geral Zona Média:
-  esfera da autoestima
-  emotivo-sentimental
-  sentido comum
-  comportamento social
-  adaptação à realidade
-  vida cotidiana
-  ego
-  zona dos conflitos
-  realidade
-  presente

A interpretação, homens de seu tempo. O egocentrismo não deixa de estar presente, todavia existe forte deslocamento libidinal para a zona superior.


A necessidade de expansão manifesta-se no espaço (Pulver), depende da maneira como nos expandimos (ou contraímos). O alargamento(vertical) mostra as necessidades de acordo com a zona para que se dirige, como o traço para a zona superior.  

O traço final lançado para zona superior
Trata-se de um gesto de extensão, o movimento do traço também se realiza no plano sagital, todavia de baixo para cima. Afasta-se do corpo. A extensão pode ocorrer quando determinados traços (letra g, por exemplo) voltam para a posição anatômica inicial. Disto resultam diversas interpretações, este “jogo” de movimentos flexão/tensão resulta na elasticidade do traço.
Todavia ao terminar o traço a caneta de lança de “forma imaterial” para cima, ou seja, para o infinito. O autor do grafismo literalmente solta as rédeas da imaginação. Não existe mais a presença material do traço, imaginação está solta.
No traços de extensão o escritor se afasta com corpo, o pensamento fica livre ada amarras do mundo físico.
Interpretação geral da Zona Superior:
Ø  esfera das ideias
Ø  imaginação, razão, consciência
Ø  intelecto, aspirações individuais
Ø  projetos utópicos, fuga da realidade
Ø  imaginação, fantasia
Ø  pensamento abstrato, capacidade criadora
Ø  idealismo, projetos utópicos e misticismo
Ø  Deus, anjos, impulsos divinos, céus
Ø  topo, alto, cume, estar em cima
Ø  consciência individual
Ø  estrutura da individualidade e espiritualidade
Ø  ética, religiosidade.

Observe as características descritas acima. O deslocamento do traço para a zona superior, mostra como interpretava a genialidade que Michon atribuía ao traço.




No livro (Système de graphologie, (1875), o abade Michon assinala a equação "curva = suavidade", ou, mais exatamente, "qualquer curva é um gerador de gentileza". 
Isto continua válido até os dias de hoje.
Mais tarde irá afirmar que e "qualquer curva é um gerador artístico”. Alguns sinais estudados por Michon exemplificam de maneira magistral suas teorias, como por exemplo a letra o D lírico, indicativo de criatividade.  
Basta refletir um pouco, para criar o autor necessita de “soltar” as rédeas da imaginação, a tensão do ângulo certamente é contrária a isto.

Sem levar em maiores considerações, o traço é sinestrógiro, com início progressivo e no final levemente regressivo.

Conclusão
Existe algumas variações que vou mostrar ao longo do tempo.
Trata-se de um traço marcador ou catalizador de altíssima qualidade que específica o escritor e o individualiza da média das pessoas.
A escrita tende a ser desligada, combinada, o que amplia o nível de intuição.
O traço é raro, praticamente isento em crianças. Ocorre geralmente em pessoa com cultura acima da média, artistas, arquitetos, pessoas ligadas a arte, humanistas etc.




Paulo Sergio de Camargo
Grafologia - Linguagem Corporal
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quarta-feira, outubro 16, 2019

Escrita do Coringa Análise grafológica hipotética


Escrita do Coringa  - Análise Grafológica hipotética


Evidente que a análise aqui realizada é somente uma hipótese. Em outro post analisei a escrita do povo Klingon, serve apenas como exercício de retórica. 
É importante frisar que este tipo é análise tem uma condicionante muito forte, de antemão sabemos a personalidade do Coringa, portanto fica muito fácil “encaixar” no perfil grafológico características psicológicas que irão se ajustar perfeitamente ao desejado.

O grafólogo pode e deve analisar grafismos de criminosos famosos, mas precisa ter em mente que a isenção precisa ser total. Nada de ideologia, só grafologia.

Palavra Joker – descendente, mesmo em linha pautada.
Em termos grafológicos são evidentes os sinais de depressão (lembre-se que grafólogo não realiza diagnósticos). Vejamos:
Logo após escreve praticamente abaixo da linha – Falta de percepção, possível miopia (não ocorre no filme). Autoimagem comprometida, depreciação de si. 
Escrever se trata de “um caminho” que leva o “Eu” ao outro. 
Interpretando desta forma a trajetória do personagem para os demais se torna sinuosa, sofrível, com variações. Os contatos não são lineares.
Mais ainda, os povos ocidentais escrevem exatamente em cima da linha, é a guia precisa. Alguns tipos de escritas como o sânscrito, escrevem embaixo da linha – o inconsciente está altamente presente.
Muitas palavras são escritas praticamente debaixo da linha: vive impregnado sob o domínio das imagens inconscientes.





A inclinação das letras é ligeiramente à esquerda (invertida), com algumas variações:  
Neste caso recorremos a Escola de Grafologia Italiana do Padre Moretti:
Encontra dificuldades para se expressar de modo espontâneo e ágil, refugia-se no mundo das ideias e busca a saturação fantasiando e elaborando imagens que, muitas vezes, estão em contradição com a realidade. Portanto a sua realidade é uma evasão do concreto e do atual.
Ademais, caso comece a raciocinar, dificilmente consegue seu objetivo, porque teria que se libertar de seus impulsos contraditórios e muitas vezes antissociais.  Psiquicamente é combativo, com gostos e atitudes singulares e estranhas.
Sente necessidade de combater os demais, contudo espera que estes venham até ele. Faz algumas tentativas, mas caso encontre dificuldades, volta a refugiar-se no seu mundo interior.
Não admite que os obstáculos dependem dele, de sua falta imobilidade e do sentido de repulsão que tem dos demais. Para defender suas exigências, pode recorrer a subterfúgios e mentir.
Este estado habitual de contraste, lhe causa irritação, muitas vezes, permanente, que o faz se supor vítima da incompreensão. Isto motiva ataques injustificados aos demais.  
Parece que gosta de criar discórdias e litígios e que se encontra mais cômodo nos confrontos do que na acomodação.
Está pouco disposto a colaborar, não é maleável e não tem espírito de adaptação as situações; é antissocial por natureza, porque, mesmo querendo, não chega a amalgamar-se com os demais.
Caso tome uma posição é difícil de removê-lo, pois se agarra com todos os motivos para convencer-se e convencer os demais que está do lado certo.


Letras ovais com ângulos na base – letra O da palavra people.


Mais uma vez recorro aos conceitos da escola italiana.
O ângulo A está representado nos vértices inferiores agudos ou achatados e se nota particularmente nas letras A, O e suas derivadas
Apresenta sinais de ressentimento legítimo e suscetibilidade, defesa do próprio EU, reação contra-ataques, fácil irritabilidade, agressividade, escassa disposição para aceitar sugestões e observações dos demais.
Vontade e, portanto, suas implicações mais significativas se encontram sob o temperamento.
Tendência a contradizer, a contestar e a não se convencer o que dizem os demais.
Tendência a se defender contra um ataque real ou presumido, refutar observações e contestações e não tolerar o limite de sua dignidade para se autoafirmar.
Não confia nos demais por temor de ser passado para trás e reage prontamente quando se vê diminuído. Tendência a aversão em seus contatos com os que o rodeiam e principalmente com pessoas desconhecidas ou de ou contato.
O temperamento não é só caracterizado pelo ressentimento (reação interna), mas também pela agressividade (reação externa).
Possui desejos de vingança e contínuo estado de irritabilidade e quando confrontado, não se aquieta enquanto não obtém a vingança final.
Reações fortes que pretendem ser encobertas sob o manto da racionalidade, sendo assim, a rebelião e a vingança são organizadas para golpear eficaz e oportunamente, trata de justificar o próprio ressentimento com razões enganosas e com argumentos que tem toda uma aparência de justiça e linearidade, pode fazer-se de vítima e suscitar aos demais sentimentos de solidariedade


Escrita discordante - Desigualdade de tamanho  
O tamanho da escrita sofre variações visíveis.
Segundo Jamin, “uma escrita é discordante quando suas características não se harmonizam. Toda desigualdade excessiva, toda exageração parcial também cria discordâncias” (ABC da grafologia, p. 251). Para o autor, as desigualdades significavam sensibilidade e emotividade. Toda desigualdade revela emoção. (neste ponto a escrita concorda com muitos analistas do filme: o Curinga não é um psicopata, aliás, o filme nem tenta explicar isto.)
A discordância é própria de pessoas que não controlam suas emoções e, em decorrência disso, têm dificuldades de adaptação em todas as áreas da vida.
As distorções acontecem na própria autoimagem e no sentimento subjetivo de si mesmo. Às vezes, a pessoa tende a exagerar pequenos fatos, por outras, a minimizar grandes acontecimentos; um dia julga-se o “maior”, no outro, o “pior”.

Torções nos traços
Dor, ansiedade, angústia, sofrimento.

Na palavra loosen
Observe a letra E. O traço termina em ponta quadrada (massiva) voltada para baixo. Desta vez recorremos ao escola italiana de Marchesan.


Rizzos da Brutalidade – Traço da brutalidade.
Presentes as leis XII, XIII, XXII. Tendência Motriz: Brutalidade
Características gráficas – São notáveis os engrossamentos repentinos e violentos no final das letras que ultrapassam (no traço descendente) a linha de base. Também ocorrem no meio das palavras. A pressão se amplia no final, muitas vezes de forma massiva. Traço mais frequentes em homens, nas mulheres parece ser exceção.
            Tendências satélites:
Ø Na inteligência – Obliteração parcial da responsabilidade.
Ø No sentimento – Cólera irresistível e violenta. Falta de Sensibilidade da voz da consciência ao julgar as descargas violentas.
Ø Na vontade – Expressões de atitude de mando que por vezes dão medo. Escassa aptidão para chefiar pela inclinação para destruir o espírito de colaboração e por reações agressivas e violentas.

Violência material imprevista. Gosto por ver sofrer. Crueldade. Maligno. Ira inesperada.  Apresenta sinais de ressentimento legítimo e suscetibilidade, defesa do próprio EU, reação contra-ataques, fácil irritabilidade, agressividade, escassa disposição para aceitar sugestões e observações dos demais.
Vontade e, portanto, suas implicações mais significativas se encontram sob o temperamento.
Tendência a contradizer, a contestar e a não se convencer o que dizem os demais.
Tendência a se defender contra um ataque real ou presumido, refutar observações e contestações e não tolerar o limite de sua dignidade para se autoafirmar.
Não confia nos demais por temor de ser passado para trás e reage prontamente quando se vê diminuído. Tendência a aversão em seus contatos com os que o rodeiam e principalmente com pessoas desconhecidas ou de ou contato.
Seu temperamento não é só caracterizado pelo ressentimento (reação interna), mas também pela agressividade (reação externa).
Possui desejos de vingança e contínuo estado de irritabilidade e quando confrontado, não se aquieta enquanto não obtém sua vingança final.
Reações fortes que pretendem ser encobertas sob o manto da racionalidade, sendo assim, a rebelião e a vingança são organizadas para golpear eficaz e oportunamente, trata de justificar o próprio ressentimento com razões enganosas e com argumentos que tem toda uma aparência de justiça e linearidade, pode fazer-se de vítima e suscitar aos demais sentimentos de solidariedade.
Com escrita desorganizada: 
Perigosa capacidade destrutiva, dificuldade para conter a expressão da própria raiva entre os limites da mediação simbólica ou metafórica.
Para Marchesan existe a possibilidade de sequestros, impulsos violentos ou imprevistos.
Atitudes destrutivas até mesmo ao homicídio e ao suicídio por efeito da sobrecarga afetiva e por falta de controle das situações imprevistas. Por vezes entra em crises depressivas, em episódios de esquizofrenia ou de desesperos. 


Postura ao escrever 


Outro detalhe importante. Observe que o Coringa escreve afastado da cadeira, com a parte abdominal comprimida. Atualmente isto é muito comum nos estudantes. Ao dobrar o abdômen você não consegue transportar o ar até as partes inferiores dos pulmões, com isto o cérebro não recebe as doses de oxigênio que seriam as ideais. Disto resultam dores de cabeça, irritação, falta de concentração, falta de ar, dores no corpo etc. 
No Brasil um verdadeiro problema de saúde pública.


Embora seja uma análise hipotética, creio que os produtores foram muito felizes e até mesmo consultaram um grafólogo para redigir a tal carta. 
Espero que você tenha gostado.
Mais informações nos livros: 




Paulo Sergio de Camargo
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