terça-feira, julho 06, 2010

Dilma Roussef.
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quinta-feira, junho 24, 2010



Caderno de Reeducação Gráfica
214 páginas
50 Exercícios Gráficos com guias para a execução.
ISBN 978-85910756-1-4
R$ 65,00
Solicite grafonauta@terra.com.br

quarta-feira, junho 09, 2010



terça-feira, março 16, 2010





















segunda-feira, fevereiro 22, 2010


Pessoal

Leiam o blogg


As lições são magistrais no sentido lato do termo.
O Prof. Augusto Vels mostra porque foi um dos mais importantes grafólogo do século XX.
Nestas lições ele amplia conceitos, esclarece dúvidas e mostra de modo direto a face científica da grafologia.

O livro ainda trata de conceito de linguagem corporal e as emoções. Outra habilidade no qual era grande mestre.
Livro obrigatório para todos os grafólogos.

No final ainda temos diversos testemunhos dos mais importantes grafólogos da atualidade, entgre as quais o da Dra. Lena Santos; Presidente da Sociedade Brasileira de Grafologia. www.sobrag.com.br



Paulo Sergio de Camargo
Grafologia - Linguagem não-verbal
http://grafonautas.blogspot.com/
http://www.lingcorporal.com.br/


segunda-feira, fevereiro 08, 2010


Unha do criminoso Final


Escrita do banqueiro Salvatore Cacciola; acusado de fraude. Observam-se sinais de inteligência, escrita simplificada; ovais abertas em baixo. Os sinais conexos aparecem nos traços de dissimulação. Os traços aparecem na letra A e na assinatura.




Conclusão
A unha do criminoso é um traço pouco estudado por grafólogos brasileiros, portanto se fazem necessárias novas e intensas avaliações para que sua dinâmica possa ser compreendida tendo em vista a população brasileira.

A tendência é avaliar como negativo o traço.

O nome “unha do criminoso” engloba imprecisão a interpretação, especialmente porque, em muitos casos, mentir não é crime; dissimular também não. Então o conceito se refere a moral, costumes e ética.
Devemos levar em conta que estatisticamente nas escritas de criminosos sejam encontradas com mais frequência este tipo de traço.

Bibiografia.

Personalidades de Risco. Paulo Sergio de Camargo. 2009. Curso.

XANDRÓ. M. - Grafologia Superior, Barcelona. Herder, 1986.
XANDRÓ. M. - Grafologia Elemental, Barcelona. Herder, 1989.
VELS, A. - La Selecion de Personal, Barcelona. Herder, 1982.
VELS, A. - Escritura y Personalidad, Barcelona. Herder, 1991.
VELS, A. - Escrita e Personalidade, SÃo Paulo. Pensamento, 1991.
VELS, A. - Diccionario de Grafologia, Barcelona. Herder, 1983.
VELS, A. - Grafologia Estructural y Dinámica, Barcelona. Salvadó, 1993.
VELS, A. – Grafologia de A a la Z, Barcelona, Herder, 2001.
VELS, A. - Manual de Grafoanalisis, Barcelona. Salvadó, 1991.
CREPIEUX-JAMIN, J. - Grafologia(Escrita e caráter), Rio de Janeiro.Minerva, 1943.
KAROHS. ERICA. Lesson Sunday. Várias. Internet.
PEGEOUT, J. e A. Lombard et Noblens. - Manuel de Graphologie, Paris. Masson, 1990.
DE BOSE, C. - La Graphologie Allemand. Ses Tendences, ses Lignes de Force, Paris. Masson, 1990.
LEFEBURE, F. e Van den Broek. - Le Trait en Graphologie, Indice Constitutionnel, Paris. Masson, 1992.
OLIVAUX, R. - L’Analyse graphologique, Paris. Masson, 1990.
WITKOWSKI, F. - Psycopathologie et Écriture, Paris. Masson, 1993.
DESURVIRE, M. - Feuillets de Graphologie, Vol. 1 à 6 , Paris. Masson, 1990 - 1992
NEZOS RENNA. - Graphology, London. Vol. I, II. Scriptor Books, 1992.
IANETTA, KIMON; CRAINE, JAMES; MACLAUGHLIN, DENNIS. – Danger Between the Lines, EUA, Private Publication, Editor Cindy Ling, 2008.
BRADELY, NIGEL. – A multi-lingual dictionary of graphology – 4rd edition, Great Britain, 2001.
VIÑALS FRANCISCO; LUZ PUENTE, MARIA - Psicodiagnóstico por la escritura – Grafoanálisis transaccional,
VIÑALS FRANCISCO; LUZ PUENTE, MARIA. Grafologia Criminal. Editorial Herder. Barcelona. 2009.






quarta-feira, janeiro 27, 2010


Gabinete Grafológico Prof. Eduardo Evangelista


Prezados colegas,


comunico a todos a realização, aqui em Salvador, dias 17 a 19 de Setembro de 2010 do Simpósio Internacional de Grafologia - Panorama e Perspectivas da Grafologia, organizado pelo meu Gabinete com o apoio de colegas, alunos e ex-alunos de grafologia.

O evento vai comemorar os 110 anos da publicação de "A Graphologia em Medicina Legal" do ilustre médico baiano Doutor José de Aguiar Costa Pinto e os meus 20 anos como Professor de Grafologia.

Será realizado no Auditório da Real Sociedade Portuguesa de Beneficência (com capacidade para duzentos participantes) e na abertura teremos a presença honrosa do Doutor José Mário Peixoto Costa Pinto, neto de José de Aguiar Costa Pinto e de outros membros da tradicional família Costa Pinto.

Oportunamente lhes daremos mais informações a respeito, inclusive sobre inscrição, temário, palestrantes, pacotes de viagens com hospedagem, etc.

Desde já convido a todos para virem congregar na Bahia, terra pioneira dos estudos da grafologia no Brasil, sobre os rumos da grafologia.

Cordialmente,

Prof. Eduardo Evangelista
Grafólogo Profissional e Professor Oficial de Grafologia
Sociedade Brasileira de Grafologia - Sobrag
Tel. 55 71 33 56 41 79 * 91 09 68 65


quarta-feira, janeiro 20, 2010

Unha do criminoso V parte



No exemploa acima quando o traço é por demais curto e em paralelo com a linha de base; temos o traço da hipocrisia descrito por Sílvia Ras e Angelina Ladron de Guevara, grafólogas espanholas, no livro Grafologia Morfologica. Ed. Paraninfo. Madrid, 1972.



Caso o sinal comece na zona média, a escrita é ao revés. Nos dois casos a interpretação tem variações. Em escritas de língua portuguesa é comum este sinal “escondido” debaixo da letra s. Também se nota a variação que a atenua com um laço no final.
O escritor se sabota por achar que não merece que algo bom aconteça a ele. Com isto muitas vezes evita tomar decisões de maneira responsável; tem pouca assertividade, mas não quer demonstrar isto aos demais. Procrastina decisões sem motivos aparentes e dá mais importância a si do que aos demais; deseja se colocar no centro das atenções, mas não tem capacidade e/ou habilidade para tal.
A consciência é estreita, focada apenas naquilo que observa; mas quase sempre de maneira subjetiva; contudo para que está última interpretação se confirme são necessários outros traços que corroborem decididamente com isto.

Letra A
O sinal ainda pode ser visto na letra a; neste caso a escrita tem a mesma interpretação dada a letra d; com pequenas variações. Contudo aqui a legibilidade muitas vezes fica comprometida. Nas pesquisas tenho encontrado em escrita de pessoas ligadas a crimes financeiros, trapaças etc.; mas dificilmente naqueles em que a agressividade esteja presente. Especialmente porque a letra traçada desta maneira também indica inteligência, vivência, perspicácia.


Escrita do carrasco nazista alemão Mengele. O traço está encoberto e bastante dissimulado. No segundo caso o arpão sobreposto acentua a agressividade.



O traço é encoberto na final da palavra. Contudo o tamanho do gesto nem sempre tem importância. Gestos menos vistosos no espaço são mais reveladores que os amplos.


No exemplo acima existe tensão com dinheiro; os sinais aparecem somente nos números.

Escrita de um assassino que cometeu seus atos sob efeito de drogas. Na letra C existe mudança brusca de direção bem como a oval final executada de forma regressiva. Este tipo de oval não é raro entre prisoneiros homossexuais.

A biografia será colocada no post final.

Paulo Sergio de Camargo - http://www.lingcorporal.com.br/

quinta-feira, janeiro 14, 2010

Especificación de la fuente: Diario Última Hora. Martes 19 de agosto de 2008.
Año 35. Número 11.860. Asunción. Paraguay.


Gentileza do Perito e Grafólogo paraguaio Rubén Dario Avalos.

quarta-feira, janeiro 06, 2010

Unha do criminoso IV parte


É comum em pessoas que procuram “carinhos negativos”; ou seja, provocar os demais para obter e responder os estímulos que enviou. Mas como faz isto de forma complexa e agressiva; quando recebe o retorno, seu estado de prontidão está ligado a emitir respostas agressivas e desproporcionais.


Assim; desta forma, conseguem por algum tempo, aliviar suas tensões e as ansiedades relacionadas com culpa; pois por alguns momentos ficam totalmente envolvidas e focadas somente naquilo que estão fazendo. O alívio é apenas momentâneo, pois certamente voltará a realizar tudo como antes; basta qualquer pausa para “recarregar as baterias” no estado de tensão anterior.


Os traços são observados nas zonas inferiores e médias. Outros traços conexos colaboram com a finalização do perfil. Ângulos agudos de Moretti na base; arpões iniciais; angulosa.


A curva
Como a curva é um gesto ameno, depois da tensão feita pelo ângulo, existe a tentativa de relaxamento, ainda que aparente.


Portanto muitas vezes, contra a própria natureza, a pessoa tenta agradar aos demais de modo artificial e pouco espontâneo, para tal surge o sentimento de baixa-estima; principalmente se os traços forem na assinatura e a mesma for diferente do texto.

O sentimento de inferioridade pode ser notado. Assim, mesmo com o traço presente na escrita, a pessoa muitas vezes de mostra amena, dócil nas entrevistas; trata-se de uma fachada que pode durar longos períodos de tempo – basta que as circunstâncias sejam favoráveis.

Pela falta de assertividade que o sinal apresenta, o escritor não sabe dizer não, cede para evitar conflitos e tende a fazer aquilo que os outros desejam; mesmo que de forma simulada.
Quanto mais frouxa for a pressão na escrita, mas fácil a pessoa tende a se tornar alvo dos demais e aceitar tudo que impõem a ela. Trata-se de uma forma de submissão. A incapacidade de dizer “não” está relacionada com a culpa e a vontade de expiá-las; mesmo que de forma espúria.



Em formas mais amenas. Prontas respostas; certa dissimulação.



Na letra d
Quando ocorre na letra d; o grafólogo precisa interpretar o sinal de acordo com a forma; muitas vezes ao começar pela zona superior trata-se da escrita suspensa ou inacabada de acordo com a projeção do traço no grafismo. Portanto teríamos aqui deficiências na continuidade da escrita.
Os traços inacabados podem ocorrer no início da palavra, no meio e no fim, sendo que em cada caso as interpretações sofrem pequenas mudanças.
Torna-se inacabada quando a curva se completa e faz a volta; ou seja, completa a metade da oval.
Interpretação; indecisão antes de iniciar as atividades. No meio das palavras: Inseguro durante o desenvolvimento de suas atividades. No final das palavras; Insegurança para saber se aquilo que realizou é certo ou não. Falta de precisão, pressa, visão superficial, pouca profundidade naquilo que realiza, mentira; insinceridade defensiva etc. Incapacidade para responder os estímulos de forma completa. Falta de qualidade no trabalho. Ação sem direção. Indecisão. Inconsistente.

Escrita Suspensa
Os finais suspensos em arcadas são sempre negativos; especialmente os regressivos. Pouca espontaneidade. Desconfiança instintiva. Pudor, prudência nos contatos afetivos, sociais e profissionais. Apreensão diante de novos estímulos ou desafios. Sentimentos delicados. Inibição nos contatos com o exterior. Mentira, dissimulação das intenções. Falta de escrúpulos. Medo, insegurança. Incapacidade de completar de modo adequado aquilo que iniciou.




A forma do traço inacabado é atenuada pela curva. A pastosidade está presente na escrita.


Iniciando debaixo para cima
Neste caso teríamos as escrita ao revés, tal qual citada por Gille-Maisani no livro Psicologia da Escrita; Ed. Pensamento.
Aqui na realizada a interpretação não se distância das outras.
Quando os traços ou letras se formam no sentido contrário do modelo caligráfico. A face mais visível deste tipo de escrita é a inclinação à esquerda no texto.
Gille-Maisani diz que está noção pode ser aplicada a todas as categorias gráficas, sendo assim deve ser considerada uma “espécie qualitativa”.
“Aquela em que pelo menos em um aspecto, é sistematicamente contrária à prática da caligrafia comum.”
Segundo Gille; de acordo com o axioma básico da grafologia, admite-se que a escrita revela sua maneira de viver, a escrever ao revés deve ser interpretada como tendência de agir de modo diferente de todas as outras.
Jamin a considera antônimo da escrita progressiva, já que para nós ocidentais, o gesto gráfico caminha para a direita.
Pulver encontrou escritas reversas em ladrões e vigaristas e escreve que são signos de falsidade.



Neste caso a escrita mostra evidentes sinais na letra s.


Embora existam várias maneiras pelas quais a escrita é reversa na forma, a mais importante é na inversão do movimento da escrita. Para interpretar corretamente temos que relacionar as outras espécies (artificial, regressiva; simplificada, seca, desenhada etc.), isto pode representar desde a originalidade até a bizarrice.
A interpretação se torna negativa de maneira decisiva quando a pressão é invertida. Não só no caso da letra d, mas em todos os demais; mesmo que exista o laço no final; aqui a dissimulação é ampliada de maneira total.

A bibiografia será colocada no final dos artigos.

quinta-feira, dezembro 17, 2009

Reportagem publicada no Globo em 12 de dezembro de 2009.
Cumpre realçar que o grafólogo não realiza diagnósticos médicos em nenhuma hipótese.


terça-feira, dezembro 15, 2009


Unha do criminoso - III parte
O TRAÇO REGRESSIVO

O traço regressivo indica que o escritor procura compensações, algumas devido as necessidades emocionais e dificuldades materiais que teve na infância. (volta ao passado, mãe, útero etc., Pulver) Como a direção do traço é anômala, tenta resolver isto da maneira que não é a mais razoável; ou se adapta a padrões descontínuos, muitas vezes de forma inconsciente. Pode ou não existir constância nas atitudes, mas em geral é não estão em equilíbrio com o meio, especialmente porque no plano interno, as tensões ficam em permanente ebulição.
Em geral a escrita regressiva assinala falta de espontaneidade. Preocupação em tomar iniciativas. Concentração em si mesmo, reserva, prudência e reflexão. Os estímulos ficam mais do que o tempo necessário, causando tensões que inibem o ritmo. Predomínio das tendências individuais sobre as coletivas. Atua muito mais por gostos próprios do que pelas normas. Avidez e necessidade de guardar para o futuro. Solidão e timidez.
Com ângulos; egocentrismo, indisciplina e falta de adaptação (Desurvire).

Interpretação de Klages para o traço regressivo:
Energia, independência, resolução, instinto de conservação, "altruísmo". Necessidade de apropriação, interesse próprio, falta de compaixão, avidez, indiferença, avareza, inveja, maldade, "ressentimento". ("Expression du caractère dans l'ecriture", Delachaux & Niestlé, 1953).



A unha do criminoso na letra P é bastante visível. O traço é acentuado pela existência de ângulos. A agressividade se mistura com sinais de insinceridade e dissimulação.



O escritor pode até mesmo ter dinheiro e bens, mas não conseguirá suprir aquilo que não teve na infância e dificilmente vai fechar este ciclo sem ajuda de especialistas. Portanto a necessidade de ter e reter vai continuar e com certa tendência a se exacerbar; pois não sabe trabalhar com suas frustrações.

O traço é amenizado quando o final se atenua em pequeno laço; voltado para à direita.
Quando o traço fica suspenso, tocando na linha imaginária da censura (limite entre a zona média e a zona inferior), a interpretação de desonestidade é facilmente observada. Embora nem sempre a desonestidade é considera um crime.

Neste caso observa-se que o movimento do escritor se dirige para cima; mas a intenção não é voltar a zona média; a arcada se torna maior. A interpretação diz que o mantém uma posição até certo ponto, para depois tomar a contrária; negando tudo que disse anteriormente. As mudanças ocorrem no plano emocional, físico, efetivo et.c; o escritor faz isto como um meio de sobrevivência. (Karohs)


O traço é projetado para a zona superior. Decididamente vai de encontro a zona média (onde ocorrem os conflitos), mas não chega a penetrar nela, quando isto ocorre o descontrole é maior e a pessoa já externou isto de forma visível. Neste exemplo ainda existe a tentativa de ocultar as intenções. Traços ligados a mudanças emocionais. Observa-se a problemática ligada a esfera sexual. A letra G não sobe até a zona média.

O grafólogo precisa observar que os sinais de desonestidade para serem confirmados devem ser acompanhados por signos de avareza e cobiça (arpões nas palavras iniciais e finais, falta ou margens estreitas, traços finais ausentes o curtos; unha de gato; traços regressivos)
Sem eles, a interpretação muda; especialmente se a pressão for pastosa, a escrita suja, invasiva etc. Nestes casos se acentua a problemática na esfera sexual. Nota-se a combinação de culpa e hostilidade, como o traço está na zona inferior; na maioria das vezes isto é inconsciente.

O traço regressivo, por excelência, nos remete ao passado, a infância; como normalmente termina no lado esquerdo; existem sentimentos e emoções não resolvidas nesta fase; elas estão presentes agora; mesmo que inconscientes; são fortes para influir de forma decisiva na maneira como escritor age.
Algo não revolvido ficou para trás; existe um sentimento de injustiça; existe a necessidade de punição (ou auto) e/ou justificação para os fatos ocorridos; enfim, não se sabe trabalhar com os acontecimentos do passados de maneira adequada.
Muitas vezes são pessoas convencionais e até mesmo de rigorosa educação religiosa. Segundo a grafóloga americana Amend-Ruiz, elas foram obrigadas a aceitar as normas e regras da sociedade. Não só têm o sentimento indefinido de fazer errado, mas também têm uma profunda necessidade de ser punidos por estes sentimentos.

O sentimento de culpa torna difícil a convivência; normalmente, são defensivas e muitas vezes colocam em seu inconsciente a culpa nos outros por suas dificuldades.
Como resultado de uma educação rigorosa, podem concluir que o sexo é mau e se sentem culpados pelos atos sexuais durante a puberdade.


Outra interpretação consistente neste movimento é a raiva. Assim quando escuta algo que não lhe convém, passa a culpar o outro por seus próprios erros (transferência). Nota-se a falta de assertividade. “A culpa não é da mensagem e sim do mensageiro”.

O escritor pratica uma espécie de autossabotagem emocional e pessoal; acredita no ganho secundário da satisfação que tem em agir desta forma. Trata-se, portanto de um traço bastante ligado ao masoquismo, especialmente quando a escrita for angulosa, com arpões, facas, traços acerados, em clava etc.

O Bibliografia será citada no final da série.

Paulo Sergio de CamargoGrafologia - Linguagem não-verbal

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terça-feira, dezembro 01, 2009


Unha do criminoso - II parte



Forma e localização
A maioria dos traços ocorre na zona inferior e eventualmente na zona média. Muitas vezes de forma camuflada na letra s minúscula nos finais das palavras. De acordo com as teorias jaminianas, o traço que ocupa restrito lugar no espaço é mais importante psicologicamente do que os vistosos.
Para a perfeita análise devemos observar tanto a forma como a pressão dos traços e não somente sua localização. É certo que este traçado inibe o ritmo da escrita; como qualquer outro sinal regressivo. Em muitos casos pode ser considerado como exemplo de escrita bizarra; inacabada e muitas vezes suspensa.







A configuração do traço é bem visível. O ângulo se inicia abaixo da zona média; sobe para esta e depois desce para em forma de curva para a zona inferior. O traço descendente indica intenção; vontade, quanto maior, mais o planejamento; o ato consciente – quando ultrapassa a linha de base (censura) mostra falta de controle. O ângulo então é um freio brusco, de contenção; ao mesmo tempo a curva é de amenidade – portanto no mesmo traço convivem; ímpeto, descontrole, contenção, repressão e o relaxamento (curva); mas esta se faz em forma de arcada (dissimulação, ocultação). Portanto um traço em franco e desenvolvido conflito; o impulso é bastante contraditório e ocorre na zona do inconsciente.


Neste exemplo a letra anterior vem precedida do traço de Mitomania Tipo I; expressa a tendência a fixar-se em uma idéia, a inventar fatos imaginários, a dar uma interpretação subjetiva a fatos reais; expressão de um fantasiar por cima e fora das coisas



Como se posiciona na zona inferior assinala os impulsos inconscientes, materialistas, sexuais, de acordo com as teorias de Pulver.
O que existe são impulsos extremamente contraditórios no movimento grafoescritural, o traço que se prolonga em linha descendente; vertical; é regido pela flexão muscular; na direção do corpo do próprio escritor.
O traço que deveria em sua continuação se transformar em curva e subir – em um movimento de relaxamento para se contrapor a pressão exercida na descida repentinamente se torna um ângulo de aproximadamente zero grau. Caso parasse logo após se transformaria em um arpão ou ganho; todavia continua em uma direção regressiva e em forma de arcada.
Prontidão nas respostas, mas também dissimulação.
Intepretações iniciais
As atitudes do escritor, portanto, são inesperadas.
A escrita regressiva na zona inferior sempre acentua as características do inconsciente. A arcada regressiva é movimento de ocultação, voltada para a esquerda demonstra oposição e vontade de obter aquilo que deseja por qualquer meio; especialmente aqueles não considerados normais.
As interpretações estão ligadas a culpa na esfera sexual, ciúmes, avareza etc.


A bibliografia será descrita no último post.

Paulo Sergio de Camargo

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segunda-feira, novembro 23, 2009

Unha do criminoso

Primeira Parte

Histórico

Para muitos grafólogos europeus e americanos, o termo mais apropriado para o chamado “felon’s claw” seria "pressão direcional vinda de baixo”; ou simplesmente pressão direcional. Outro nome deste signo grafológico é “cat’s paw” No Brasil “unha do criminoso e unha de gato, respectivamente. Todavia no Brasil o termo unha de gato é mais ligado ao traço que ocorre no final das letras em forma de ganho e suspenso.

Alguns autores não gostam de nomear traços; mas está é uma das características dos grafólogos desde Michon; com isto se criou um verdadeiro zoológico grafológico de pequenos sinais. Paciência.

O termo "pressão direcional” foi cunhado pelo grafólogo Felix Klein. Suas observações foram feitas em campos de concentração de Dachau e Buchenwald. Klein notou que muitos prisioneiros tinham em sua escrita um a peculiaridade e a chamou de “pressão direcional”.

Ele explica que a "pressão direcional” não é o tipo de pressão normalmente discutido na grafologia. É a pressão invisível oriunda das quatro direções do campo escrito, trata-se de pressão negativa e ocorre sempre nas variações de um traço reto que se transforma em curva.

Klein descobriu que as pessoas com alto nível de rigidez tinham menores chances de sobrevivência em campos de concentração. Para sobreviver era melhor ser flexível e assim se adaptar; especialmente as condições degradantes e difíceis em que viviam.

Em seus estudos concluiu que o traço da pressão direcional tende a aparecer em pessoas com enfrentam situações insuportáveis; mais do que isto, tem escassa esperança de que as circunstâncias pelas quais estão passando vão mudar.

Ao mesmo tempo, possuem um tipo especial de resistência que lhes permite enfrentar estas circunstâncias insuportáveis; mas isto tem alto preço. Ou seja; a negociação interna não que o escritor faz não tem equilíbrio, assertividade. Nem poderia ser diferente.

Assim, utilizam diversas manobras que os ajuda a suportar os momentos de intensa ameaça que estão sofrendo. Todavia qualquer coisa que façam; continuam vivendo sem revolver o medo que os invadi de forma emocional, física e mentalmente.

O conceito não é inteiramente novo, foi descrito por Bernhard Wittlich em Angewandte Graphologie e Pokorny in Psychologie der Handschrift. Fala de escritores que tiveram experiências traumáticas e estão afetados emocionalmente por estes acontecimentos.

Fim da I Parte.

Os autores e a bibliografia utilizadas serão citados no final.

Paulo Sergio de Camargo

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segunda-feira, novembro 16, 2009

File:Álvaro Uribe Signature.png

Firma de Álvaro Uribe.