Wednesday, July 16, 2008

Scritura e Cervelo -
La Grafologia alla luce dela teoria stratigrafica
Rudolf Pophal .
Edizioni Messagero Padova
.

Trata-se da tradução do livro Die Handschrift als Gehirnschrift Die Graphologie im Lichte des Schichtgedankens Rudolstadt: Der Greifenverlag, 1949. 295 pag.

A edição italiana tem 366 páginas. Divididas em seis capítulos.

Algumas partes do livro estão datadas; como por exemplo a Tipologia de Spranger e os tipos (homem ético, estético; religioso etc.).

Contudo trata-se de uma obra importante para quem deseja diferenciar-se no estudo da grafologia.

PRESENTAZIONE pag. 7
1. L’uomo e lo scienziato » 7
2. Concezione neurofisiologica » 7
3. Concezione psicologica . » 8
4. Neurotipologia grafica » 10
5. Attualità » 12
Note bibliografiche » 14
Prefazione » 17
Aggiunta alia prefazione » 19

1. LA SCRTTTURA COME IMMAGINE E TRACCIA DEL MOVIMENTO. LA GRAFOLOGIA COME SPIEGAZIONE DELL’IMMAGINE (EIDETICA) E CONSIDERAZIONI ANALITICO-GENETICHE DELL’ESPRESSIONE GESTUALE (CINETICA) . . . . » 21

II. IL CERVELLO QUALE CENTRO DELLA VITA DI MOVIMENTO » 37

III. LA CONCEZIONE STRATIGRAFICA NELLA FORMAZIONE
DELLA PERSONA » 81


IV. ESPRESSIONE DEL GESTO GRAFICO E IMMAGINE GRAFICA » 123

V. TIPOLOGIA NEUROFISIOLOGICA DEL GESTO GRÁFICO . » 149
La grafia pallidaria » 152
La grafia striaria » 187
La grafia corticale » 202
1. L ‘uomo scientifico, teoretico (logico) » 238
2. L’uomo estetico, dell’autosviluppo » 241
3. L’uomo deli’autorappresentazione e cleli’autorisalto. L’uomo istrionico » 243
4. Luomo etico, dell’autoeducazione pag. 245
5. L’uomo religioso » 248
6. Luomo politico, dei potere » 249
7. L’uomo economico, deil’utilità » 252
Tipi misti » 255
Campioni di scritture » 267
La grafia cerebroradicale » 283
Esempi di grafie » 288
Esempi grafici » 294
La grafia armoniosa, equilibrata » 294

VI. GRADO DI PECULIARITÀ: DOPPIO SIGNIFICATO E LIVELLO
DELLÀ PERSONALITÀ » 301

» 320
Bibliografia » 321
Saggi grafici » 331

Thursday, July 10, 2008

Grafologia ou Grafoanálise

Muitos grafólogos no Brasil ministram cursos de Grafoanálise e se dizem Grafonalistas. A maioria talvez desconheça por completo o significado dos termos.

Vamos esclarecer:
No Exterior
O termo “Graphoanalysis” foi criado pelo americano Milton N Bunker; é patenteado no EUA e privativo dos membros dos IGAS; International Graphoanalysis Society.
O sistema foi criado com a American Grapho Analysis Society no ano de 1929.
Desta forma não pode ser usado sem a permissão dos detentores dos direitos autorais.

No ano de 1949, o Professor Espanhol Augusto Vels, criou na Espanha um interessante sistema de grafologia no qual deu o nome de Grafonálisis.
Apesar do nome é totalmente diferente daquele proposto por Bunker nos EUA. O método aparece em vários livros do mestre espanhol; contudo, ao que se sabe, não é utilizado por grafólogos brasileiros, pois necessita de um Sof e trabalha com percentagens complexas.

No Brasil
Inicialmente Agostinho Minuccuci, brilhante grafólogo já falecido; reenvindicou a criação do nome Grafoanálise. Todavia o seu livro GRAFOANÁLISE: A Nova Abordagem da Grafologia. Ed. Atlas; é uma boa compilação dos métodos de grafologia utilizados em todo o mundo.

Há anos recebi uma educada carta do grafólogo Edison Bellintani; nele acompanhava o livro “Análise Grafo-Escritural”.; Ed. Personalística; 1980. Nele o autor “cria” o termo GRAFO-ANÁLISE. Junto vinham algumas correspondências de Agostinho Minuccuci (ético como sempre) reconhecendo a criação do termo ser anterior.
O livro de Bellintani é bem preciso, mas um estudo de grafologia jaminiana, sem nada com grafoanálise.

Este fato é muito comum quando pessoas pesquisam de forma isolada; não havendo por parte dos envolvido qualquer tipo de imitação, apenas criaram o termo de forma distinta.

Conclusão:
O termo grafoanálise é patenteado nos EUA. Ao que se sabe os grafólogos brasileiros que se dizem Grafoanalistas e realizam cursos de Grafoanálise; ficam apenas no nome. A quase totalidade usa partes do método jaminiano com noções de Pulver e Klages.

Talvez não exista nada errado; apenas a terminologia empregada é bastante imprecisa.

Friday, July 04, 2008

Falsificação de assinaturas em Cartão de Crédito

Dicas:

Ao ter a assinatura falsificada cabe a operadora do cartão o ônus da prova, ou seja; são eles – por força de lei - que necessitam provar que a assinatura é sua ou foi falsificada.
Portanto no contato com a operadora; deve ser exigido isto. Envie um fax solicitando.

O tamanho do papel para a assinatura é muito pequeno. Ao assinar não faça rubricas, pois elas contém poucos elementos gráficos para serem avaliados pelos peritos em Grafotécnica.

Em linhas gerais, quando mais escrever no boleto, mas fica fácil de ser provada a eventual falsificação.

Algumas pessoas escrevem o nome atrás do boleto; colocar o nome completo também fornece dados para serem avaliados.

Não é a assinatura confusa que evita a fraude; ela sempre vai existir. Contudo é a quantidade de elementos gráficos fornecidos que provam a autenticidade da assinatura. Por isto evite as rubricas somente com um traço.

Caso a operadora insistir na cobrança, faça um Boletim de Ocorrência em uma delegacia relatando que seu cartão foi falsificado.

Em última estância contrate um perito. Recorrer ao peritos do estado pode levar meses, anos.