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quinta-feira, junho 07, 2018

CURSO DE GRAFOLOGIA - GENERATIONS

CURSO DE GRAFOLOGIA - GENERATIONS 



Objetivo
Há mais de cinco anos não ministro Cursos de Grafologia na cidade de São Paulo.
O objetivo agora é criar uma nova geração de grafólogos nos próximos cinco anos.
Os valores cobrem apenas os custos envolvidos. É minha pequena contribuição para a grafologia.
O primeiro curso faz parte dos quatro módulos de formação de grafólogos.

Data: 28 e 29 de julho de 2018.
Local: São Paulo. Av. Paulista 510.    Metrô Brigadeiro.

Link para as Inscrições: 10 primeiras inscrições R$ 380,00

1.  Carga horária em sala de aula - 16 horas.
     Carga horária com exercícios fora de Sala de aula 48 horas.


2. Material entregue para cada participantes  - sem custos adicionais.  
             -  01 Livro por participante -  Grafologia Expressiva   328 páginas.  
             -  01 Apostila  de Exercícios Digital  Grafologia Expressiva -  
             - Treinamentos em PP de todos os capítulos do livro
             -  Inventário para levantamento de Perfil  
             -  Máscara do inventário digital para levantamento de Perfil – Cópias ilimitadas.

               
3. Valor do Curso (com todo material incluso - sem custos adicionais) -
    A quantidade de alunos não altera o valor do curso.
    Incluída correção dos exercícios e supervisão nos próximos três meses.

   Investimento: R$ 380,00 – pessoa física
    R$ 540,00 – pessoa jurídica
    10 primeiras inscrições
    
4. Local: São Paulo. Av. Paulista, 509

Qualquer dúvida estou a disposição.



Curso de Grafologia –
Módulo I – Grafologia Expressiva

Objetivos
- Capacitar os participantes na utilização de técnicas de Grafologia.

          Grafologia – Metodologia de Ensino.
         
                                                                                               
Livro base:      Grafologia Expressiva. Ed. Ágora.


Metodologia -
- Amplamente participativa, questionários, exercícios e testes para
acompanhamento dos conceitos a serem estudados.
Programa
1. História da Grafologia

            2. Síntese de orientação
    Evolução (Jamin)    1. Inorganizada  2.Desorganizada 3. Combinada 4. Organizada

   Harmonia                 1.Harmônica  2.Inarmônica.
           
   Nível de Forma (Klages)               Síntese entre Forma e Movimento

            3. Síndromes:
1. Inibição  2.Expansão   3.Impulsividade 4.Relaxamento do traço 5.Rigidez do traço  6.Deterioração gráfica 7.Impessoalidade

04. Distribuição          1. Clara   2.Arejada   3.Confusa  4.Legível  5.Ilegível  7.Concentrada  7. Condensada  8.Espaçada  9.Organizada  10.Desorganizada    11.Limpa  12.Suja  13. Invasiva

     
05. Dimensão             Zona média – Eixo Vertical
                                    1. Grande  2. Pequena  3. Crescente   4. Decrescente

Zona média – Eixo Horizontal - Amplitude
                        5. Estreita 6. Extensa

Zona média –
7. Baixa  8. Alta  9.Rebaixada  10.Sobressaltada 11.Uniforme

Zona média – Extensão - Amplitude
                                   12. Dilatada 13. Sóbria   14.Compensada

Proporção – Divisão Interzonal
1. Proporcional 2. Desproporcional       3. Mista


06. Pressão                 1. Espécies de acordo com ao apoio do instrumento no papel. (pressão no sentido estrito do termo)
1. Apoiada  2. Leve 3. Em relevo 4. Sem revelo   5. Deslocada  6. Espasmódica  7.Acerada  8.Massiva  9.Fusiforme 10. Profunda 11.Superficial  12.Em sulcos

2. Espécies de acordo com a qualidade dos traços. (neste caso o interior e as bordas) 13. Nítida 14.Pastosa 15. Nutrida 16. Desnutrida  17. Seca   18.Congestionada 19.Empastada   20. Filiforme  21.Frouxa  


07. Condução do traçado
1. Hipotensa  2. Flexível  3. Firme 4. Contraída  5. Hipertensa  6. Desigualdades de Tensão.


08. Forma                   
                Execução
1.Caligráfica     2.Redonda  3. Sistematizada ou monomorfa 4. Estilizada  5. Polimorfa 6. Angulosa 7. Simples 8. Simplificada 9. Seca, 10. Ríspida 11. Ornada 12. Extravagante 13. Complicada 14. Artificial 15. Tipográfica 16. Inflada 17. Infantil  18. Ovóide/ovalada.


9. Continuidade
                               Progressão da escrita
1.Inibida    2. Contida    3. Monótona   4. Cadenciada 
5. Rítmica.
  
Ligação
1.Ligada  2.Desligada  3.Agrupada   4.Combinada 
Deficiências de continuidade
5.Fragmentada  6.Ligações desiguais 7. Lapsus de ligação 8.Retocada 9.Pontilhada/Em bastão 10.Sacudida   11.Suspensa  12.Inacabada

10. Movimento
1. Estático ou imóvel  2. Flutuante  3. Inibido/contido 
4. Controlado 5. Fluído 6. Vibrante/efervescente 7. Dinâmico
8. Propulsivo  9. Retardado 10. Revirados para a esquerda

11. Ligação                
Formas de ligação
1. Em ângulos 2.Arcada  3.Guirlanda  4.Anelada  5. Filiforme  6.Mista 7. Dupla curva - Duplo ângulo

12. Velocidade
1. Lenta  2.Pausada  3.Rápida  4.Precipitada  5.Lançada  6.Acelerada  7.Desigualdades de velocidade

13. Inclinação              1. Inclinada  2.Tombada  3.Vertical  4.Invertida  5.Oscilante (ou variável)  6. Conceitos da escola italiana

14. Direção das linhas
1.Retilínea  2.Rígida  3.Ascendente  4.Descendente  5.Linhas côncavas 6.Linhas convexas  7.Sinuosa  8.Imbricadas ascendentes  9.Imbricadas descendentes  10.Escalonada  11 Em saltos 12.Colas de Zorro 
                                   13.Mista 14.Em leque

                                   Orientação geral do traço
1. Escrita progressiva 2. Regressiva    3.Escrita mista. 4. Escrita ao revés  5. Escrita com torções         


15. Discordâncias      
1.Forma  2.Tamanho  3.Pressão  4.Direção  5.Velocidade  6.Inclinação 7.Continuidade

16. Signos gráficos    
1. Guirlanda  2. Arco    3. Bucle  4. Laço 5. Serpentina 6.Espiral  7. Triângulo  8. Arpão  9. Nó  10.Torções

17. Assinaturas

18. Signos livres        
1. Pontuação e acentuação  2. Traço inicial, traço final  3. Barras dos T       
4.Traços da Escola Italiana

Ø Traços da escola italiana – Moretti
Ø Traço da sobriedade “Ricci della Sobrietà”
Ø Traço da dissimulação “Ricci del Nascodimento”
Ø Traço do Subjetivismo “Ricci del Soggettivismo”
Ø Traço da Afetação “Ricci dell’Ammanieramento”
Ø Traço da fleugma “Ricci della Flemma”
Ø Traço do desprezo “Ricci Descaro”
Ø Traços de mitomania “Ricci della Mitomania”
Ø Traço da confusão “Ricci della Confusione”
Ø Traço da independência; etc.

19. Perfil Gráfológico - Estrutura
Oito etapas
1. Primeira Etapa – Ambiente gráfico
2. Segunda etapa - Sínteses de Orientação - Síndromes
3. Terceira etapa – Gêneros - DOMINANTES -
4. Quarta Etapa – Signos gráficos
5. Quinta etapa – Traços
6. Sexta etapa - Assinatura
7. Sétima etapa - Hierarquizar as espécies
8. Oitava etapa - Perfil psicológico
22. Estudos de casos
Ø  Síndromes gráficas.
Ø  Técnicas de elaboração de perfil.
Ø  Estruturação de textos.
Ø  Uso dos articuladores no perfil.
Ø  Erros mais comuns.
Ø  Exercícios de validação de perfis pelo método de inferência indireta
Ø  Técnica inédita desenvolvida para não repetir frases



Currículo Resumido
Paulo Sergio de Camargo. Escritor,  grafólogo, especialista em Linguagem não verbal e RH, consultor de empresas nacionais e multinacionais. Palestrante internacional - Argentina, Chile, Espanha, México. Membro de Honra da "Agrupación Grafoanalistas Consultivos en Espanã" (Barcelona) e da SOBRAG, Sociedade Brasileira de Grafologia. Membro de Honra da Sociedade Espanhola de Grafologia e da Sociedade Mexicana de Grafologia Científica.  
Grafólogo com maior número de livros publicados a respeito de grafologia no continente.


Livros publicados sob o tema Grafologia.
“O que é Grafologia” 2ª ed.  - Ed. Brasiliense.  2008
“A escrita revela sua personalidade” Ed. Cepa. 
“Assinatura e Personalidade” – ED. PSG. 1997
“Dicionário de Traços na Grafologia”. ED. PSG.1998.
“A grafologia no recrutamento e Seleção de Pessoal” Ed. Ágora. 2000
“Psicodinâmica do espaço na grafologia”. Ed. Vetor. Dez. 2005
“Manual de Reeducação Gráfica e Grafoterapia. Ed .Vetor. São Paulo. 2007.
“Grafologia Expressiva. Ed. Ágora 3ª Edição – 2014
Sua escrita – Sua Personalidade. Ed. Ágora. 2009.
Perfis Grafológicos Sintéticos. Ed. PSG. 2010
Grafologia Emocional Expressiva. Ed. PSG. 2010
Personalidades de Risco. Ed. PSG. 2ª Edição. 2014
Linguagem Corporal. ED. Summus. 2010.
Não minta para mim! Psicologia da Mentira e Linguagem corporal. Ed. Summus. 2012
Linguagem corporal e Liderança. Ed. Summus. 2018.


segunda-feira, junho 19, 2017

Grafologia, jazz, xadrez, movimentos etc.
Como ser um bom grafólogo.


Prólogo
Há anos coloco alguns posts no Facebook e adjacências, são filmes pequenos, clipes etc. Outras vezes postos algumas fotos de bailarinas ou animais caminhando. Digo que é uma aula de grafologia.
Ao escrever:
- “Se você não acha que isto é uma aula de grafologia, você não é grafólogo.”
Talvez, seja um exagero e certamente talvez seja, mas existe um fundo de verdade. Estudar somente grafologia e não analisar a escrita dentro de um contexto social, universal etc., não faz do profissional um mal grafólogo, ao contrário. Todavia tira dele o potencial de ser muito, muito, mais... infinitamente melhor.
Ao estudar as mais variadas técnicas de dança, o grafólogo começa a compreender o movimento expressivo em sua totalidade. Não por outra Allport e Vernon em seus estudos sobre os movimentos expressivos, na Universidade de Harvard;  relacionam a grafologia, a dança, ao caminhar, falar etc.
Para Pulver:
-O grafólogo é um tradutor de movimentos.”
Então, temos que estudar movimentos, qualquer que seja, pois eles são a “alma da escrita”.
Não só movimento, muitas coisas mais. Inclusive a Teoria do Caos. E o que a Teoria do Caos tem com a grafologia? Este é um artigo para depois.
Voltemos ao título deste artigo. (no final cito as fontes do artigo)



Martim Vasques da Cunha, escreve no Estadão do dia 03 Junho 2017, que o músico francês Pierre Boulez escreveu no ensaio Alea que busca pela verdadeira surpresa, não por meio do “acaso por inadvertência” ou “por automatismo”, e sim numa absorção espontânea do aleatório que faria a obra de arte superar o intelecto e provocar uma comunicação intuitiva que permitiria ao espectador entender a intenção original do artista.
Na interpretação da escrita, além da palavra surpresa (a intepretação da personalidade muitas vezes nos surpreende), poderia acrescentar ou trocar pelas palavras “descoberta e/ou intepretação”.  Tente fazer disto um link com a grafologia.

Vamos mais adiante:
Quando jovem, Kubrick preocupava-se somente com três atividades que envolviam o acaso: o xadrez, o jazz e a fotografia. Para Kubrick, o que lhe interessava no xadrez era o cálculo das probabilidades, dentro de uma determinada estrutura (o tabuleiro e as peças), e como ele poderia surpreender a si mesmo em uma situação inusitada.
O jazz atingia níveis extremos de improvisação, mesmo determinada pelas notas ou acordes, o que lhe permitia perceber o instante mágico em que ficava nítida a ousadia do compositor. E, na fotografia, a procura pelo “momento decisivo” (termo de Henri Cartier-Bresson) no gesto ou olhar de uma pessoa era similar à busca da “verdadeira surpresa” de Boulez.

Então o que faz o grafólogo:
As possibilidades de combinação entre gêneros e espécies são infinitas. Agregue a isto a evolução da escrita com o surgimento de novos traços, novas formas etc.
O grafólogo necessita pensar nas possibilidades que estas combinações trazem. Não por outra que uma das chaves dos principais mestres em obras são estas combinações. Vive Jamin, Moretti, Klages, Pulver, Xandró, Tutussaus, Vels etc.
A grafologia pode e deve utilizar a estatística como ferramenta, mas não com a frio cálculo matemático que desejam alguns teóricos, e sim com instrumento de interpretação e reconhecimento que existe algo mais para ser interpretado na avaliação dos números.  Sem isto ficamos no “acaso por inadvertência” ou “por automatismo”, proposto por Pierre Boulez.

O que é a escrita senão um conjunto de movimentos que nunca se repetem. Jamin dizia que a escrita totalmente mecânica é contra a natureza humano. Como no jazz a consecução dos movimentos e a improvisação são constantes. Disto teremos as mais incríveis variações, mas como no jazz, existem bom e péssimo instrumentistas. A escrita vai mais além, muito mais. Estudar e escutar jazz é entender a mas susceptíveis variações de ritmo, compasso, harmonia etc. Tudo isto não é tão novo assim, o grafólogo francês Raymond Trillat já elabora isto em seus estudos.



O métodoTrillat é pontos muito curiosos de vista a considerar. Desde a observação que ele chama de "quatro planos simultâneos no ato de escrever" a letra, palavra, linha e de página, a partir do estudo da margem central para os conceitos de ritmo, melodia e harmonia. Uma contribuição muito rica, honestamente. Fernando F. Ruiz.


A dimensão na interpretação da escrita, vai além da “fotografia”, fica ancorada no movimento, na sua interpretação; contudo vai além disto temos o traço, o espaço e a forma.
Como a forma é inserida o espaço, como o movimento se ajusta a forma e ao espaço, como modificam o traço e o traçado.
Não por outra que uma de minhas aulas de grafologia é um casal de bailarinos dançando tango em um tablado de três metros quadrado. O movimento rápido, a forma dos corpos e uso do espaço nos remete ao outro casal dançando tango em uma calçada em Buenos Aires.
Não precisa ser grafólogo para entender que a dança é o tango, mas que os movimentos expressivos totalmente diferentes, embora algumas vezes a intenção é que sejam os mesmos.
Na escrita ocorre o mesmo, a página é a mesma, o movimento, o espaço, o traço e a forma, embora muitas vezes parecidos, nunca são os mesmos: são movimentos expressivos totalmente diferentes. Cabe o grafólogo interpretar isto. E nada com estudar jazz, xadrez e movimento para a melhor compreensão da escrita.




Veja também:
http://www.grafoanalisis.com/ELSIMBOLISMODELESPACIO_GAUTHIER.htm


http://alias.estadao.com.br/noticias/geral,como-stanley-kubrick-usou-o-acaso-e-o-imprevisto-em-seus-filmes,70001823823
Post 153  05.2017 Linguagem corporal. Autoengano e mentiras Porque o Brasil vai sair pior da Lava-jato.
Post 152 05.2017 Linguagem corporal. Como analisar mentiras. 100% e as incongruências. 
Post 151 05.2017 Linguagem corporal de Michel Temer Segundo pronunciamento.
Post 150. 05.2017 Linguagem corporal. Gestos de dominância. Determinação. 
Post 149. 05.2107 Linguagem corporal de Michel Temer no pronunciamento. 
Post 148. 05.2017 A linguagem corporal e os lábios torcidos.
Post 147. 05.2017 10 razões porque você precisa urgentemente aprender linguagem corporal.

Paulo Sergio de Camargo
Palestras – Cursos Linguagem Corporal –Treinamento de líderes  grafonauta@terra.com.br 
Loja Virtual – Livros de Grafologia   http://grafonauta.tudonavitrine.com.br/





terça-feira, junho 12, 2012


Carta do Marechal Rondon para os Irmãos Villas Boas.
Cópia enviada por Marcelo Silva, manager do Grupo Desenvolver - SãoPaulo, que estudou com um dos filhos dos sertanistas.