Wednesday, June 29, 2016



Psicodinâmica do Espaço na Grafologia


A nova edição está revisada, ampliada e atualizada. 

 Apresenta informações mais consistentes, aprofunda-se nas imagens da forma, espaço e movimento.
O mais moderno manual de grafologia no mercado brasileiro. Com pesquisas inéditas de assinaturas tridimensionais. 




Sumário

Prólogo


1.     O espaço e a grafologia | 1 1
2.     Ritmo na escrita | 29
3.     Tipos de movimento e espaço | 55
4.     O espaço na escola morettiana | 77
5.     Ligações espaciais | 87
6.     Espaços entre as palavras | 93
7.     Espaços entre as linhas| 115
8.     Espaços entre as letras | 125
9.     Espaços entre as linhas e as palavras | 137
10.   Zona inferior | 145
11.   Zona superior | 159
12.   Zona média | 171
13.   Estudo da zona superior | 197
14.   Estudo da zona inferior| 205
15.   As margens | 217
16.   Eixo vertical | 229
17.   Eixo horizontal | 243
18.   Variações das formas das margens | 255
19.   Relações entre as margens | 267
20.  Assinaturas tridimensionais| 275
21.   Considerações finais | 281

22.  Para saber mais | 287




Capa dura
300 Páginas
180 Exemplos de figuras
Pedidos: grafonauta@terra.com.br
Valor: 40% de um Perfil Grafológico Descritivo.





Paulo Sergio de Camargo Grafologia - Linguagem Corporal

 
Loja Virtual - Livros de Grafologia




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1.     O espaço e a grafologia | 1 1
2.     Ritmo na escrita | 29
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4.     O espaço na escola morettiana | 77
5.     Ligações espaciais | 87
6.     Espaços entre as palavras | 93
7.     Espaços entre as linhas| 115
8.     Espaços entre as letras | 125
9.     Espaços entre as linhas e as palavras | 137
10.   Zona inferior | 145
11.   Zona superior | 159
12.   Zona média | 171
13.   Estudo da zona superior | 197
14.   Estudo da zona inferior| 205
15.   As margens | 217
16.   Eixo vertical | 229
17.   Eixo horizontal | 243
18.   Variações das formas das margens | 255
19.   Relações entre as margens | 267
20.  Assinaturas tridimensionais| 275
21.   Considerações finais | 281

22.  Para saber mais | 287




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1.     O espaço e a grafologia | 1 1
2.     Ritmo na escrita | 29
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5.     Ligações espaciais | 87
6.     Espaços entre as palavras | 93
7.     Espaços entre as linhas| 115
8.     Espaços entre as letras | 125
9.     Espaços entre as linhas e as palavras | 137
10.   Zona inferior | 145
11.   Zona superior | 159
12.   Zona média | 171
13.   Estudo da zona superior | 197
14.   Estudo da zona inferior| 205
15.   As margens | 217
16.   Eixo vertical | 229
17.   Eixo horizontal | 243
18.   Variações das formas das margens | 255
19.   Relações entre as margens | 267
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Saturday, June 25, 2016

Hongi Maori




Hongi é uma saudação tradicional do povo  maori na Nova Zelândia.
O nariz e a testa são pressionados ao mesmo tempo.
Os maoris utilizam em cerimônias e de certo modo tem um significado parecido com o aperto de mão.
Hongi, o ha ou sopro de vida, é trocado e misturados entre as pessoas que realizam este tipo de gesto.
Evidente que se trata de um gesto que aproxima as pessoas, muito mais que o aperto de mão.




Paulo Sergio de Camargo
Grafologia - Linguagem Corporal

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grafonauta@terra.com.br

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Tuesday, June 14, 2016

As mulheres e os felinos.



Isto não é uma crônica propriamente  dita.
Quando as meninas nascem inicialmente são chamadas pelos pais de princesinhas.
Trata-se de um título horrível, essas princesinhas entre aspas jamais serão rainhas, especialmente no mundo de hoje.  Isto sem contar que os pais vestem as meninas com os vestidos de princesas, aquela cor “rosa pobrinho”. 
Tudo bem se fosse o fim de linha, mas não; algumas já na casa dos vinte ainda pedem para os namorados trazer o batom da princesa fulana da Disney.

Depois algum tempo recebem, ai sim, com título de GATINHA, começam a fazer por merecer, pois realmente se comportam como tal.
Resumindo então: gatinha é o primeiro e merecido título de felina  que as mulheres recebem,

Como o passar do tempo e já entrando na adolescência são chamadas de gatinha  e depois gatas.
Algum tempo aparece a próxima condecoração: gatona. 
Definiremos GATONA como uma gata maior capaz de comandar e fazer aquilo que bem entende.  Neste ponto em especial, mas também nos outros, a gatona é capaz de mostrar suas unhas.  
Tudo no plano do simbolismo, as amigas quando a vem pronta para o crime, quer dizer para sair exclamam: 
- Tá fera.

Um grande especialista em felinos definiu a GATONA não pelo tamanho, mas sim pelas unhas e o prazer quase inefável de usar dois números a menos no vestuário. Não sei se é verdade, mas fica aqui o registro.
Aqui também aparece o título GATOSA. Talvez uma mistura inconsciente de gata e ... deixa pra lá. O nome fala per si.

Tudo isto sem contar que com o nome das felinas vem o adjetivo: gatinha manhosa é o mais manjado,  fica até sem graça usar, mas usam.

Depois de algum tempo acontece a promoção, se é que podemos chamar promoção; a gata vira gatona e vira PANTERA.
A pantera é algo mais... muito mais. Se você ver uma pantera na rua e eu tiver que explicar o termo pantera não iria adiantar de nada, porque você vai entender.

Sem mais nem menos, os estilistas usam e abusam dos motivos de felinas nas roupas, sapatos,
vestuários, capas lingeries...  et e etc.  

A fase em que o simbolismo se amplia é a da ONÇA.
“Uma verdadeira onça.” “Ficou uma onça.” “Vem cá minha oncinha.”
Noves fora os maridos frustrados acrescentam o termo DONA ONÇA.

No dicionário das mulheres felinas: “Dona onça lá em casa.”, é traduzido por: Homem que se pela de medo da mulher.

Talvez TIGRESA, acrescente as mulheres a realeza que não conseguiriam com o termo princesinha. 
Sem esquecer que existe em quase todos os termos um perfume indelével de feminilidade. 

Por fim, se é que as felinas tem fim. Existe a Leoa.
Mulheres que se transformam numa verdadeira Leoa para defender ou ajudar a família, os filhos, as pessoas e muitas vezes até mesmo os maridos.

Mais charmoso e verdadeiro impossível. (Não é Dona Elvira.)