Thursday, June 26, 2008

Livros


Variazioni naturali e artificiose della grafia.
Libreria "Moretti"; Sulla rotta Del Sole – Mesagne. 2205. 224 páginas.
Primeira Edição – Urbino 1998.

O livro é composto por seis capítulos no qual o autor demonstra as variações da escrita.

Capítulo I – INTRODUZIONE ALL’ANALISI DELLE SCRITTURE
Escreve sobre os métodos de Pulver, Klages, Morreti; fala dos indicativos da velocidade de cada autor, inclusive de Saudek.
A Velocidade é bastante interessante, especialmente no momento que a SFG não a considera mais como um dos gêneros clássicos da grafologia.

Capítulo II – LE VARIAZIONI NATURALI DELLA GRAFIA
Fala das variações e estuda a fenomenologia gráfica de modo bastante científico. Pois muito do assunto interessa diretamente aos peritos em grafotécnica. Os estudos dos tremores gráficos e fragmentação são partes importantes deste capítulo que termina que a desestruturação do traço.

Capítulo III – LA ESPONTANEITÀ GRAFICA
Neste capítulo é estudada a espontaneidade gráfica e sua neurofisiologia. O movimento e o ritmo gráfico individual. São citados os requisitos para a espontaneidade.

Capítulo IV – LA DISSIMULAZIONE
Definição e os traços ligados a escola italiana.

Capítulo V – L’IMITAZIONE
Capacidade de copiar e as técnicas utilizadas. Capítulo obrigatório para o peritos em grafotécnica.

Capítulo VI – VARIZIONE DEI SEGNI GRAFOLOGICI
Neste capítulo é realizado um extenso estudo dos signos morettianos, como ângulos A, B, C; e os mais diversos traços do mestre italiano.
No momento em que a grafologia precisa de mais pesquisas e estudo, trata-se de um manual bastante atualizado e útil, tanto ao grafólogo como ao perito em grafotécnica.




ALBERTO BRAVO é docente de Grafologia –pericial – judiciária e Metodologia da da Universidade de Urbino. Fundador e presidente do “Istituto Superiore di Grafologia di Roma” . Perito grafólogo da “Camera di Commercio e Tribunale”; Itália.
http://www.studiografologicobravo.it/



Curso de Grafologia Pericial na Itália
http://www.grafologia-asergraf.it/programma-corso1.php


No Brasil Paulo Sergio Rodrigues é especialista na área.
Eu sou de Camargo, não confunda.
Livros
Variazioni naturali e artificiose della grafia.

Libreria "Moretti"; Sulla rotta Del Sole – Mesagne. 2205. 224 páginas.
Primeira Edição – Urbino 1998.


O livro é composto por seis capítulos no qual o autor demonstra as variações da escrita.
Capítulo I – INTRODUZIONE ALL’ANALISI DELLE SCRITTURE
Escreve sobre os métodos de Pulver, Klages, Morreti; fala dos indicativos da velocidade de cada autor, inclusive de Saudek.
A Velocidade é bastante interessante, especialmente no momento que a SFG não a considera mais como um dos gêneros clássicos da grafologia.

Capítulo II – LE VARIAZIONI NATURALI DELLA GRAFIA
Fala das variações e estuda a fenomenologia gráfica de modo bastante científico. Pois muito do assunto interessa diretamente aos peritos em grafotécnica. Os estudos dos tremores gráficos e fragmentação são partes importantes deste capítulo que termina que a desestruturação do traço.

Capítulo III – LA ESPONTANEITÀ GRAFICA
Neste capítulo é estudada a espontaneidade gráfica e sua neurofisiologia. O movimento e o ritmo gráfico individual. São citados os requisitos para a espontaneidade.

Capítulo IV – LA DISSIMULAZIONE
Definição e os traços ligados a escola italiana.

Capítulo V – L’IMITAZIONE
Capacidade de copiar e as técnicas utilizadas. Capítulo obrigatório para o peritos em grafotécnica.

Capítulo VI – VARIZIONE DEI SEGNI GRAFOLOGICI
Neste capítulo é realizado um extenso estudo dos signos morettianos, como ângulos A, B, C; e os mais diversos traços do mestre italiano.
No momento em que a grafologia precisa de mais pesquisas e estudo, trata-se de um manual bastante atualizado e útil, tanto ao grafólogo como ao perito em grafotécnica.

ALBERTO BRAVO é docente de Grafologia –pericial – judiciária e Metodologia da da Universidade de Urbino. Fundador e presidente do “Istituto Superiore di Grafologia di Roma” . Perito grafólogo da “Camera di Commercio e Tribunale”; Itália.
www.studiografologicobravo.it



Curso de Grafologia Pericial na Itália
http://www.grafologia-asergraf.it/programma-corso1.php
No Brasil Paulo Sergio Rodrigues é especialista na área.
Eu sou de Camargo, não confunda.

Sunday, June 08, 2008




Escrita Convolvoli



Desde os primórdios da grafologia, a dicotomia entre o ângulo e a curva nas escritas sempre chamou a atenção dos grafólogos.
No livro "Système de Graphologie", 1875; Michon dizia que estes dois movimentos da caneta constituem a essência da escrita. O religioso interpretava as letras “a e o” minúsculas e a parte superior do g; como natureza propensa a dissimulação e a desonestidade.





Inicialmente Michon usou o termo laço; especialmente em assinaturas. Desde então, as mais diversas escolas foram apresentado suas interpretações; contudo aparentemente a essência é a mesma de sua criação.


A escola italiana tem várias interpretações sobre este tipo de escrita realizada com curvas.
O termo italiano “Convolvoli” é oriundo da botânica, mostra uma espécie de planta cuja forma é espiral. A tradução literal convolvoli seria enrolada.


Na Itália; Marchesan (1) chama de ritornante. Vels (2) falta em “coligamento em bucle”; os alemães, Durchegeschleifte Girlande. (3)
Marchesan chama de Occhieli doppi – dupla oval; mas inserido dentro de seu próprio sistema grafológico. Necessidade de colocar um véu entre o escritor os demais, para não ser observado diretamente.

No livro "Psicologia da Escrita"; Ed.Pensamento, Gille-Maisani faz um estudo da escrita “encaracolada” (fr. Enrouleé).
O próprio Gille fala da escrita convolvoli no capítulo dedicado a Anelada (fr. Anneleé). Os alemães interpretam a guirlanda anelada (Durchgeschleifte guirlande) como signo de amabilidade interesseira.

Para o Padre Moretti (4) e depois Torbidoni (5); trata-se de um termo genérico feito por um movimento em forma de voluta. (O nome dado é “lettere a convolvolo”; uma espécie particular da escrita “Vezzosa” (graciosa – na tradução para o português). Interpretada como hipocrisia da adulação.

O grafólogo italiano Nazzareno Palaferri (6) classifica em três tipos a escrita Convolvoli:

Tipo I
O movimento progressivo-regressivo que se produz na oval. Indica vivacidade, simpatia. Habilidade de sedução e cortejar. Caráter amável, mas carente de energia. Amabilidade carente de sinceridade, normalmente visa aos próprios interesses em detrimento dos demais. Astúcia, gratificação narcisista.

Tipo II
O segundo tipo se assemelha a jointoyée de Crépieux-Jamin. As ovais e suas derivadas se fecham em volutas. Neste tipo de “convolvolo” entram os signos de Flessuosa, Accarticciata, Spigliata (signos clássicos da escola Morettiana).
Controle dos próprios sentimentos. Ocultação, precaução exagerada. Habilidade para evitar conflitos com os demais. Falta de lealdade; capacidade para se evadir dos problemas. Habilidade para negociar com astúcia e envolver o outros com objetivos de ganhos escusos. Falta de lealdade e clareza de intenções.

Tipo III
Este tipo é constituído por uma pequena voluta; em particular no topo da na letra C minúscula, mas não obrigatoriamente. Dificuldade para definir e descriminar com precisão o pensamento. Complicação psicológica e mental.

Exemplos:


Fig. 01 - Os dois laço na letra u da terceira palavra - Convolvoli do Tipo I. Na letra o de "foi" e no a de Cadastrados - são Convolvoli do Tipo II - jointoyée de Crépieux-Jamin.



Fig. 03 - A letra c das palavras velocidade e pouco - Convolvoli Tipo III. Na letra ainda obsermos a Occhieli doppi – dupla oval.


O assunto é amplo; Torbidoni fala em dois signos distintos de enrolamentos:
– Embolada –, it.; aggrovigliata - esp.; embrollada - fr.; enchevêtrée – ing.; entangled – al.; verkäkelte zeileu.

- Encaracolada – it.; accartocciata - esp.; Enrolladas - fr.; enroulée – Ing.; enrolled, spiralled – al.; eingerollt.

Nos próximo artigo falaremos delas.


Bibliografia
(1)
MARCHESAN; Marco. Dalla grafologia alla GRAFOPSICOLOGIA, La Prora 1947.

(2)
VELS. Augusto. Escritura y Personalidad. Ed. Herder, Barcelona, 1991.

(3)
BRADELY, Nigel. - A multi-lingual dictionary of graphology - 4rd edition,
Great Britain, 2001.

(4)
MORETTI; Girolamo. Trattado di Grafologia – Intelligenza – Sentimento. E. Messagero Padova. 2006. Primeira Edição. Scarponi Ozimo, 1914.


(5)
Torbidoni, L. - Zanin, l. Grafologia. Texto Teórico práctico. Ediciones Tantin, (1991):

(6)
PALAFERRI; Nazzareno. Dizionario Grafologico. Istituto Grafologico G. Moretti, Urbino,1980.

grafonauta

Tuesday, June 03, 2008



Pessoal

O comentário abaixo foi publicado na Revista Gramma 67.

Agradecemos as gentis palavras de Carolina Vidal Santiago



No final os dados para os interressados no livro.



RESEÑA DE LIBROS
PSICODINÁMICA DEL ESPACIO EN GRAFOLOGÍA Paulo Sergio de Camargo Editado por VETOR, Editora Psico-Pedagógica. CEP 04013-000-SP


Inevitable hacer, aunque breve, un comentario sobre sus palabras en ei prólogo. Porque expone la línea de desarrolio del libro: estudiar la Grafología por medio de la dinámica del espacio «como han hecho la mayoría de los grandes maestros», especificando que su trabajo ha consistido en unir gran parte de esas teorías acrecentándolas con sus experiencias y observaciones durante muchos años de trabajo.

También justifica que cuando se refiere al estudioso o profesional de la Grafología utiliza el término grafóloga «en justo homenaje a ellas pues constituyen ia mayoría de los profesionales de todo el mundo.» Agradecemos la consideración.

Aconseja, en principio, situarse, observar atentamente el espacio gráfico para tener una idea completa, global, de ese espacio a fin de no realizar interpretaciones fragmentadas. Muestra, como ejemplo, las dos maneras de realizar esta observación según consejo de Gourhan Leroy en su libro El gesto y la palabra. La primera, en una visión itinerante, activa y lineal como la de un coche iluminando la carretera con sus faros. La segunda, una visión de gran extensión, que correspondería a ia “vista de pájaro”, en forma receptiva, circular y global, inmóvil: observación pasiva.

Estos preparativos dan paso a una comprensión técnica que comienza a funcionar permitiendo que afloren en su máxima intensidad los procesos intuitivos de la grafóloga.
Con abundantes figuras y cuadros va mostrando los planteamientos (Ritmos), de Heiss, Hans Knoblok, Roda Wieser (sus pros y contras) etc.; el Simbolismo del Espacio de Max Pulver (Cruz de Pulver) etcétera (escuela alemana). Pasa posteriormente a «Tipos de movimiento en el espacio» (Crépieux-Jamin) con su posible equilibrio Forma-Movimiento (más cuadros, más muestras); relación de tipos de escritura (de Estático a Propulsivo). Dos grupos: vital, no vital. Y ilega después a la escuela italiana por Moretti («que publicó su primer libro 14 añios antes que la obra de Pulver.») En quien no aparece de manera explícita la noción de simbolismo espacial pero si lo define como simbolismo gráfico”. No tiene duda sobre la amplitud, sorprendentes conexiones y analogías con la obra de Pulver. A Moretti dedica, luego, atención y espacio mostrando sus investigaciones y teorías. Expone, como es su costumbre, honestamente, minuciosamente y a pesar del espacio medido de que dispone, el desarrollo de estas teorías con entreverado de otras ajenas y de sus propias conciusiones. Nos remitimos al índice de la obra a partir de aquí: El espacio en la escuela morettiana, Ligaduras espaciales (también invisibles, o inmateriales según Curt Honroth y otros), Espacios entre palabras, Espacios entre líneas, Espacios entre letras (que resume como espacios entre palabras, líneas, letras, márgenes, etcétera con alusiones a Pulver, Klages, Marchesan, Crépieux-Jamim...) la Triple Amplitud.
Esto incluye la valoración de las escrituras según su proyección en ei espacio (Zona Superior, Media e Inferior, mencionando El simbolismo de Ia escritura de Max Pulver), tambíén a Duparchy Jaennez, Maslow (necesidades primarias), Jung, Szondi (inconsciente freudiano, colectivo, familiar), etcétera.
Sigue con los márgenes y comenta que «los simbolistas dan gran importancia a los márgenes, ai contrario que la escuela italiana de Moretti» y su opinión es que ambas metodologias se complementan fácilmente. Da un significado general para extenderse en la valoración grafológica de su mayor o menor amplitud y su situación.
En definitiva Paulo S. de Camargo nos proporciona un “viaje programado y comentado” por la Grafología, desde sus más importantes iniciadores hasta él mismo en nuestros dias, por él camino de las aportaciones englobadas en un todo, que hicieron más valiosa y profunda esta disciplina.
Esta visual de la Grafología a vista de pájaro, como recomendaba en su prólogo para impregnarse de la esencia de las escrituras, puede ser de gran ayuda para ei grafólogo que se pierde en dicotomizaciones, ayudándole a no abandonar él objetivo único que es la totalidad del ser humano que escribe.
Es un libro interesante y útil.
Comentario de Carolina Vidal Santiago



Psicodinâmica do Espaço na Grafologia
Como encontrar o livro:

Caminho 01 -Editora Vetor - mais rápido e confiável.

http://www.vetoreditora.com.br/catalogoDetalhe.asp?id=340&param=liv

Caminho 02
Autor grafonauta@terra.com.br